- Sidny Lopes Cabral empatou aos 12 minutos do primeiro tempo da prorrogação, mantendo vivo o sonho de Cabo Verde em relação à Argentina, que venceu em seguida com gol contra do time africano.
- A chuteira usada pelo jogador era uma Nike Hypervenom, lançada em maio de 2013, peça associada a Neymar.
- Em 2013, Neymar protagonizou momentos decisivos com essa chuteira na Copa das Confederações, incluindo estreia contra o Japão e um gol na final contra a Espanha; ele foi eleito o melhor em campo naquela competição.
- A transferência de Neymar do Santos para o Barcelona, também em 2013, marcou o período em que a chuteira passou por releituras inspiradas no craque até 2017.
- Lançamentos da Nike ligados a Neymar, como Liquid Diamond (2015) e Ousadia Alegria (2016), reforçaram a ligação entre o atleta e modelos de chuteira.
Aos 12 minutos da prorrogação, Sidny Lopes Cabral marcou para Cabo Verde contra a Argentina, empatando em 2 a 2. A partida fazia parte da Copa do Mundo, e a vitória da Argentina na sequência poderia confirmar a presença nas oitavas de final, após um gol contra do time africano.
O chute de Cabral, de fora da área, não teve defesa para Dibu Martínez e chamou atenção pela chuteira usada. Ele vestia uma Nike Hypervenom, modelo lançado em maio de 2013, descrito como peça marcante da carreira de Neymar e associada a momentos da seleção brasileira.
Naquele ano de 2013, o Brasil conquistou a Copa das Confederações. Neymar começou a competição marcando contra o Japão e encerrou a campanha com quatro gols, incluindo na final, no Maracanã, na vitória sobre a Espanha por 3 a 1. A chuteira passou por várias atualizações até 2017.
Chuteira imortalizada por Neymar
A linha de calçados associada ao craque ganhou títulos visuais ao longo dos anos, com inspirações em aspectos da vida do jogador. Em 2015, a Nike lançou a chamada Liquid Diamond, ligada a Rafaella, irmã de Neymar, e a uma tatuagem de diamante. Em 2016, a linha Ousadia Alegria teve vínculos com a carreira do atleta.
Neymar teve passagem pelo Santos, depois pelo Barcelona, onde a chuteira também foi destaque até o início de 2017. A trajetória da peça de 2013 é lembrada por releituras que marcaram a imagem do craque na escola brasileira e no exterior.
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