- Na oitava de final, Paraguai enfrenta a França na Filadélfia, às 18h, mantendo a estratégia defensiva tradicional, mas com geração atual mais agressiva.
- O time sul-americano é o mais indisciplinado da competição, com dez cartões recebidos até aqui.
- Barcola, provável titular francês, assume que vai enfrentar várias pancadas dos paraguaios, mas aposta em soluções no jogo.
- A defesa histórica paraguaia ganhou notoriedade com Gamarra, que não cometeu faltas em toda a Copa de 1998, e Ayala, com só quatro infrações em quatro partidas; no entanto, a geração atual busca o confronto.
- Sob comando de Gustavo Alfaro, o time se reorganizou, tem Gustavo Gómez como protagonista defensivo e chegou às oitavas com bom desempenho defensivo, sofrendo apenas um gol nas últimas três partidas.
O Paraguai enfrenta a França pela Copa do Mundo, em um duelo de oitavas de final. A partida acontece na Filadélfia às 18h, com a França tendo a posse e o Paraguai buscando neutralizar com toques firmes. A estratégia defensiva permanece, mas o perfil atual é oposto ao da geração de 1998.
Historicamente, a defesa paraguaia era reconhecida pelo fair play. Hoje, a equipe soma 10 cartões, sendo o time mais indisciplinado do torneio. Aposta-se em parar o jogo o máximo possível sem abrir mão do toque de bola.
O que mudou desde 1998
Gamarra e Ayala marcaram época pela solidez da defesa, sem faltas. O Paraguai chegou à França com esse legado, mas o desempenho recente mostra variação no disciplineamento. O histórico de jogos aponta menos desrespeito aos adversários, porém mais cartões no atual ciclo.
Montagem da linha defensiva
Gustavo Gómez é peça-chave, mesmo recebendo cartão amarelo na estreia. Ao lado dele atuam Cáceres, Alderete e Junior Alonso, formando setor firme. Nos últimos três jogos, o Paraguai sofreu apenas um gol além da descontraída goleada anterior.
Expectativas para o confronto
O técnico Alfaro ajustou o time para a cobrança constante dos rivais. A chave é manter o ritmo defensivo, controlar as entradas duras e explorar transições rápidas. A França busca manter a posse como principal arma.
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