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Ancelotti elogia Brasil no Mundial e mira 2030: não é fim, é começo

Ancelotti diz que Brasil fez bom Mundial e aponta início de novo ciclo rumo a 2030 após eliminação para a Noruega

Carlo Ancelotti observa o duelo no MetLife Stadium
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  • Carlo Ancelotti pediu que a eliminação para a Noruega nos oitavos de final seja encarada como início de um novo ciclo, mantendo o foco no time para 2030 e com contrato já renovado para a próxima edição.
  • O italiano afirmou que fez um bom Mundial e que a produção da seleção foi positiva, mantendo tranquilidade diante da derrota por 2 a 1.
  • Na cobrança de pênaltis, Bruno Guimarães mandou mal a nossa primeira oportunidade; Endrick finalizou mal na segunda etapa, separados por Vinicius Junior. O treinador explicou o ranking de batedores utilizado.
  • Segundo Ancelotti, a posse de bola foi baixa (Brasil cerca de 33,6%), com a Noruega mantendo maior domínio, e Haaland foi decisivo com um cabeceio e um chute da entrada da área.
  • O técnico ressaltou que a equipe precisa manter o grupo jovem, veteranos que podem seguir e novos jogadores que podem entrar, para evoluir até a Copa de 2030.

O treinador Carlo Ancelotti avaliou de forma positiva o desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, apesar da eliminação nas oitavas de final diante da Noruega. Em sua primeira participação no torneio, o técnico expressou pesar pela derrota, mas manteve o tom sereno e apontou para um ciclo de melhorias rumo a 2030, já com contrato renovado para a próxima edição.

A derrota por 2 a 1 contra a Noruega ocorreu após o Brasil ficar em vantagem no placar. Em lances decisivos, houve desperdício de duas oportunidades claras, incluindo um pênalti defendido pelo goleiro adversário ainda no início do jogo. No segundo tempo, um erro coletivo facilitou o empate e, pouco depois, o time nórdico confirmou a virada com um cabeceio firme do atacante Haaland.

Ancelotti explicou que o Brasil enfrentou uma equipe que recuava a marcação com intensidade, o que impactou a construção de jogadas de ataque. A gestão da posse de bola foi citada como um desafio, com a equipe brasileira registrando cerca de 33% de domínio segundo estatísticas, frente a mais de 66% do time adversário, conforme o registro da Opta Analyst. A FIFA apontou números próximos, com o Brasil em torno de 35% de posse.

Sobre a escolha de cobrar o pênalti, o comandante afirmou que o grupo utiliza um ranking interno com base em dados de desempenho dos jogadores. O pênalti foi batido por Bruno Guimarães, considerado o melhor disponível no momento, segundo a análise interna, com o objetivo de maximizar as chances de gol.

Ancelotti reconheceu ainda que o desempenho mostrou pontos positivos, incluindo um elenco com jovens talentos e veteranos que podem seguir contribuindo. O treinador destacou a necessidade de continuidade no trabalho e de buscar novas ideias para fortalecer a equipe nos próximos anos.

Quanto ao futuro, o técnico apontou que a derrota deve ser encarada como o início de um novo ciclo. A renovação contratual já está formalizada, mantendo a expectativa de evoluir a seleção até a próxima Copa do Mundo. A equipe já começa a planejar o próximo ciclo e a formação de grupo para 2030.

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