- Balogun recebeu cartão vermelho direto após ataque a Tarik Muharemovic na vitória por 2 a 0 da USA sobre a Bósnia e Herzegovina, e deveria cumprir um jogo de suspensão.
- A Fifa anunciou, sob o Artigo 27 do código disciplinar, a retirada do cartão vermelho no registro de Balogun, mantendo a suspensão por um jogo apenas se houver nova infração de mesma gravidade em um ano.
- Donald Trump teria feito três ligações à Fifa para pedir a reversão; o governo americano não comentou o assunto.
- A Bélgica criticou fortemente a decisão, dizendo que viola regras e abriu possibilidade de ações legais.
- O uso do Artigo 27 já tinha sido utilizado anteriormente, como no caso de Cristiano Ronaldo, para permitir que o jogador jogasse em partidas da Copa do Mundo.
Folarin Balogun teve a suspensão do cartão vermelho suspensa pela Fifa, abrindo passagem para o atacante disputar as oitavas de final contra a Bélgica. A decisão ocorreu após análise de Artigo 27 do código disciplinar, que permite suspender total ou parcialmente sanções. Balogun pode atuar na partida prevista para segunda-feira.
O atacante foi expulso após choque com Tarik Muharemovic durante a vitória dos EUA por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina no mata-mata. O cartão chegou a ser considerado direto, com confirmação inicial da Fifa de que a suspensão pesaria na partida seguinte. A punição permanece registrada por um ano, em caráter de probation.
A Fifa comunicou a decisão por meio de anúncio surpreendente, explicando que o cartão pode ser suspenso por completo ou parcialmente, conforme o Artigo 27. A medida não altera aWrapped de punição para fins de registro, mas evita que Balogun fique fora do confronto contra a Bélgica.
Reação da Bélgica e contexto
A Bélgica denunciou a decisão como incompatível com as regras do torneio e afirmou estudar opções legais. O técnico Rudi Garcia destacou a necessidade de ajustar o planejamento para o jogo decisivo com Balogun disponível.
Relatos indicam que o governo dos EUA, por meio de uma unidade dedicada ao Mundial, teria buscado recursos legais para contestar a aplicação de replays em decisões de VAR. A Casa Branca não comentou o assunto até o momento. A Fifa também não respondeu a pedidos de comentário.
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