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Brasil encerra ciclo na Copa do Mundo com 56% de aproveitamento

Brasil encerra ciclo com eliminação nas oitavas e 56,3% de aproveitamento em quarenta e dois jogos desde dois mil e vinte e dois, sob quatro técnicos

Endrick lamenta segundo gol da Noruega, em partida que eliminou Brasil da Copa do Mundo de 2026
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  • Brasil encerra o ciclo com aproveitamento de 56,3% (20 vitórias, 11 empates e 11 derrotas em 42 jogos desde 2022), sob comando de quatro técnicos diferentes.
  • A derrota por 2 a 1 para a Noruega neste sábado resultou na eliminação nas oitavas de final, encerrando o ciclo na Copa.
  • O ciclo começou após a queda para a Croácia na Copa do Qatar em 2022, marcado por turbulências na presidência da CBF e no comando técnico.
  • Passaram pela equipe Ramon Menezes (interino), Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti, este último assumindo com contrato até 2030.
  • Ancelotti estreou com empate contra o Equador e vitória sobre o Paraguai, assegurando a presença do Brasil na Copa seguinte.

O Brasil encerra um ciclo tenso desta Copa do Mundo após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, neste sábado, e a queda nas oitavas de final. Em 42 jogos desde 2022, a seleção foi dirigida por quatro técnicos, com 11 derrotas, 11 empates e 20 vitórias, um aproveitamento de 56,3%.

A eliminação coloca o Brasil entre as 16 melhores equipes do torneio pela quarta vez desde 1990. A derrota anterior em oitavas ocorreu na Itália, diante da Argentina, por 1 a 0, com gol de Caniggia.

Mudanças na gestão e comando técnico

O ciclo começou após a derrota para Croácia na Copa do Qatar de 2022. Em 2023, Tite deixou o cargo, e Ramon Menezes assumiu como interino, comandando amistosos contra Marrocos, Guiné e Senegal. Perguntas sobre continuidade e formato dominaram o planejamento.

Em julho de 2023, Fernando Diniz assumiu o comando com a expectativa de preparar o caminho para Carlo Ancelotti. Diniz manteve o time ativo nas Eliminatórias e no início da preparação para a seleção principal.

Avanços e turbulências durante as Eliminatórias

Sob Diniz, a equipe iniciou as eliminatórias com duas vitórias, contra Bolívia e Peru. Em seguida houve empate com a Venezuela e derrotas contra Uruguai, Colômbia e Argentina, em jogos que marcaram um momento delicado no classificatório.

A demissão de Diniz ocorreu em janeiro de 2024, em meio a crises na presidência da CBF. Em dezembro, Ednaldo Rodrigues foi afastado pela Justiça, que considerou ilegal o seu processo eleitoral. Uma liminar devolveu o cargo ao presidente em 4 de janeiro.

Conclusões da gestão recente e preparação para a Copa

Dorival Júnior foi apresentado seis dias depois e iniciou com vitória sobre a Inglaterra e empate com a Espanha. A CBF anunciou Ancelotti em maio, e Samir Xaud foi eleito presidente da confederação no fim do mês. Ancelotti estreou com empate ante o Equador e venceu o Paraguai, assegurando a presença na Copa.

Desde então, o Brasil sofreu três derrotas em amistosos após a confirmação de Ancelotti. A goleada de 4 a 1 para a Argentina também influenciou a percepção de desempenho da equipe na preparação para o Mundial.

Panorama do Mundial e futuro técnico

No Mundial, a estreia contra Marrocos terminou em 1 a 1, com evolução diante do Haiti e da Escócia na fase de grupos. Nas fases seguintes, o Brasil sofreu viradas contra o Japão, com gol nos acréscimos de Gabriel Martinelli, encerrando a participação.

Carlo Ancelotti, considerado um dos melhores técnicos de clubes, deve permanecer no comando da seleção. Seu contrato na CBF vai até 2030, em meio à expectativa de continuidade do ciclo atual e de planejamento para o próximo torneio mundial.

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