- Brasil foi eliminado das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ao perder para a Noruega por 2 a 1 no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 5 de julho.
- Haaland marcou os dois gols da Noruega em um intervalo de dez minutos no segundo tempo; Neymar descontou de pênalti nos acrésimos.
- Com o resultado, o Brasil registra a pior campanha da Copa desde 1990 e vive o maior jejum de títulos mundiais da história.
- O triunfo manteve o tabu: a Noruega é a única seleção que nunca perdeu para o Brasil em confrontos diretos, agora com cinco jogos (três vitórias norueguesas e dois empates).
- Confrontos anteriores entre as equipes incluem partidas em Oslo (1988, 1997) e Marselha (1998), além de desfechos de 2006 em Oslo; o Brasil não elimina europeu em mata-mata desde 2002.
O Brasil foi eliminado da Copa do Mundo de 2026 após perder para a Noruega por 2 a 1, neste domingo, nos oitavos de final. A partida ocorreu no MetLife Stadium, em Nova York, nos Estados Unidos. Haaland marcou duas vezes na segunda etapa, e Neymar descontou de pênalti nos acréscimos.
A derrota encerra a melhor campanha europeia contra o Brasil em Mundiais e mantém o tabu de vitórias norueguesas sobre a seleção brasileira. Bruno Guimarães convertia o primeiro brasileiro a perder um pênalti em Copas desde 1986, defendido pelo arqueiro Nyland.
O Brasil apresentava a maior seca de títulos mundiais desde a primeira conquista. O revés também consolidou o histórico de eliminar o Brasil apenas para seleções europeias em Mundiais, com a equipe ainda sem vencer em mata-mata contra europeus desde 2002.
Históricos e desdobramentos
Foram dois gols de Haaland em um intervalo de dez minutos na etapa final, definindo o placar. O time brasileiro, sem conseguir reverter, viu o adversário manter a posse e controlar o ritmo do jogo.
O duelo marcou ainda o fechamento de uma sequência de confrontos contra a Noruega, que passa a liderar o confronto com três vitórias e dois empates. O Brasil busca, no futuro, reverter o tabu histórico contra a seleção nórdica.
A seleção brasileira tentava encerrar dois tabus: a primeira vitória sobre a Noruega e a retomada de ações contra adversários europeus em Copas. As duas metas ficaram sem êxito neste confronto decisivo.
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