- Brasil foi eliminado pela Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, marcando mais uma queda na busca pelo título.
- Com isso, a Seleção chega ao Mundial de 2030 com 28 anos sem levantar a taça, superando o recorde anterior de 24 anos (entre 1970 e 1994).
- O último título foi em 2002, no Japão e na Coreia do Sul.
- O caminho recente mostra várias eliminações no mata-mata desde então, incluindo quartas de final em 2006, 2010, 2018 e 2022, e a derrota em oitavas em 2026.
- A CBF mantém Carlo Ancelotti no comando, com expectativa de um trabalho mais estruturado até 2030 para tentar o hexacampeonato.
O Brasil ficou pela primeira vez sem levantar uma taça nas Copas desde 2002 após ser eliminado pela Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O país encerrou a participação no torneio com derrota que interrompeu o sonho de título. O duelo ocorreu na fase de mata-mata da competição disputada neste ano.
A derrota marca o fim da campanha brasileira na Rússia e no continente asiático, permitindo refletir sobre a sequência recente do time em fases eliminatórias. A Seleção soma duas eliminações nas quartas, uma na semifinal e duas nas oitavas desde o último título, em 2002.
Com o revés de 2026, o Brasil acumulará 28 anos sem conquistar o título mundial. O período supera o recorde anterior de 24 anos, entre 1970 e 1994, ampliando o jejum histórico da equipe brasileira.
Desde o tetracampeonato de 1994, o Brasil venceu apenas o tricampeonato de 2002, sem repetir o feito. O desempenho recente nas fases de mata-mata tem sido alvo de debates entre torcedores e especialistas do futebol.
A CBF mantém Carlo Ancelotti no comando da seleção para o ciclo que antecede o Mundial de 2030. A expectativa é de um trabalho contínuo e mais sólido até a próxima edição, com foco em reorganização e planejamento estratégico.
A próxima Copa do Mundo, programada para 2030, deve exigir mudanças estruturais para o Brasil. Analistas ressaltam a necessidade de renovação de elenco, ajustes táticos e maior consistência em fases decisivas. O objetivo é encerrar o maior jejum da história.
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