- Pelé e Garrincha, 1958/1962: o topete militar com as laterais bem cortadas e o topo alinhado ditou a estética da época.
- Jairzinho, 1970: o black power se tornou marca registrada, associando estilo à identidade da época.
- Ronaldo Fenômeno, 2002: o corte conhecido como “cascão” raspado com topete triangular foi usado para desviar atenção da imprensa.
- Ronaldinho Gaúucho, 2006: cabelo longo preso com faixa elástica preta virou tendência mundial entre os torcedores.
- Neymar, 2018: base escura com topo mechado, lembrando o icônico “cabelo de miojo” que ganhou repercussão.
Os cortes de cabelo dos jogadores da Seleção Brasileira se tornaram marcas registradas ao longo da história das Copas do Mundo. Em cada edição, estilos ganham destaque e influenciam tendências dentro e fora dos gramados. A combinação entre futebol e estética ajudou a moldar símbolos de época.
No Brasil, mudar o visual durante a Copa virou tradição. Raspar desenhos, colorir os fios com as cores nacionais ou reproduzir o corte do craque favorito são práticas comuns entre torcedores e atletas. A seguir, alguns cabelos que ficaram marcados na trajetória da seleção.
Pelé e Garrincha, 1958/1962
Nos títulos iniciais, o topete militar iluminou a estética da equipe. Pelé e Garrincha adotaram fios bem alinhados nas áreas superiores, com laterais curtas, definindo o estilo romântico das primeiras conquistas.
Jairzinho, 1970
O Furacão da Copa elevou o black power a símbolo de identidade afro-brasileira. O penteado serviu de referência para a expressão cultural da época e acompanhou a performance da equipe no mundial.
Waldir Peres, 1982
O goleiro reuniu um visual simples e funcional típico dos anos 80. A linha frontal com recuo destacado mostrava praticidade e zelo pelo cuidado com o cabelo.
Renato Gaúcho, 1990
O corte curto no topo e comprido na nuca ganhou destaque entre torcedores. O estilo passou a simbolizar a personalidade marcante do treinador e ex-jogador.
Ronaldo Fenômeno, 2002
O famoso Cascão uniu ousadia e estratégia de marketing. A raspagem cenoura com topo triangular teve função psicológica para desviar a imprensa de lesões.
Ronaldinho Gaúcho, 2006
O visual com cabelo longo preso por faixa elástica consolidou-se na fanpage de fãs. O estilo ganhou repercussão global entre jovens torcedores.
David Luiz, 2014
Cachos dourados e bem definidos marcaram a Copa no Brasil. A imagem ajudou a inspirar jovens com cabelo cacheado e crespo na passagem do torneio.
Neymar, 2018
Entre descoloração e versões modernas, o talento chamou atenção com mechas loiras. O look de topo com base escura ganhou apelido e memes nas redes.
Richarlison, 2022
O jogador popularizou o visual platinado conhecido como nevou. A estética tornou-se referência para o futebol brasileiro contemporâneo.
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