- Comentaristas do sportv criticaram Vinícius Júnior por não pedir para cobrar o pênalti perdido por Bruno Guimarães no primeiro tempo, após a eliminação do Brasil pela Noruega na Copa do Mundo.
- Carlo Ancelotti explicou que havia uma ordem de batedores oficiais da seleção, e que Bruno Guimarães era o quarto na hierarquia, mas o único em campo no lance.
- O técnico citou uma estatística que coloca Neymar, Igor Thiago, Raphinha, Bruno Guimarães e Martinelli como opções e justifica a escolha pelo momento.
- Paulo Nunes, Felipe Melo e D’Alessandro partiram para a crítica de Vinícius Júnior, defendendo que o craque deveria ter se colocado à disposição para cobrar.
- André Rizek defendeu a prática de seguir a ordem do treinador, o que gerou contraponto de outros comentaristas.
Vinicius Júnior foi alvo de críticas após a eliminação do Brasil para a Noruega na Copa do Mundo. Em meio à coletiva de Carlo Ancelotti, os comentaristas do sportv questionaram a atitude do atacante em não pedir para bater o pênalti perdido por Bruno Guimarães no primeiro tempo. O debate acompanhou o desfecho da partida.
Ancelotti explicou que havia uma hierarquia de batedores oficiais da seleção e que Bruno Guimarães era o quarto na lista, porém o único que estava em campo. Segundo o treinador, o grupo analisou o desempenho de rivais e de atletas brasileiros ao longo de um ano, decidindo que Bruno Guimarães era a melhor opção naquele momento.
Ordem de batedores
Após a fala de Ancelotti, ex-jogadores e comentaristas avaliaram a situação de Vinicius Jr. como craque da equipe. Eles destacaram que, em situações de cobrança, o líder do elenco costuma se posicionar para assumir a responsabilidade. Houve discordância sobre a aplicabilidade da regra de hierarquia em campo.
Paulo Nunes afirmou que Vinicius Júnior ainda é visto como o principal jogador da relação técnica, e que a cobrança poderia ter ficado a seu critério. Felipe Melo argumentou que o craque, quando presente, pode mover a responsabilidade, caso o treinador tenha dado a ordem de bater com Bruno Guimarães.
D’Alessandro participou do debate defendendo a leitura de que a ordem de batedores é comum em Seleções, mas ressaltou que o jogador em campo pode tomar a iniciativa. A discussão enfatizou a importância de decisões rápidas na cobrança, diante de um momento técnico e emocional da eliminatória.
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