- O Brasil foi eliminado pela Noruega na Copa do Mundo de 2026, em derrota por 2 a 1 nos Estados Unidos, conforme relato de Matheus Cunha.
- Cunha disse que as mudanças de técnicos ao longo do ciclo não pesaram; o problema foi não converter as oportunidades e não manter o que já havia acontecido para trás.
- Ao longo do ciclo, houve quatro treinadores: após Tite, Ramon Menezes assumiu de forma interina; Fernando Diniz ficou seis jogos; Doriva Júnior ficou à frente das Eliminatórias; Dorival foi demitido no início de 2025 e Carlo Ancelotti assumiu.
- Na eliminação, o Brasil teve 14 finalizações, sendo 4 a gol, e enfrentou defesa importante do goleiro Nyland, inclusive defendendo pênalti de Bruno Guimarães.
- Cunha destacou a dor e a frustração do momento, afirmando que houve controle do jogo e que as chances precisavam ter sido aproveitadas.
A seleção brasileira ficou fora da Copa do Mundo de 2026 após derrota por 2 a 1 para a Noruega, nos Estados Unidos. O time teve o placar adverso marcado, converteu apenas uma das cobranças e foi travado pela atuação do goleiro Nyland. O resultado ampliou a dor e a frustração do grupo.
Matheus Cunha, titular, afirmou que as mudanças de técnicos não pesaram no desempenho. O atacante destacou que o grupo entrou fechado na Copa e que as oportunidades perdidas foram decisivas para o resultado. O foco agora é seguir unido diante do revés.
Ao longo do ciclo que levou ao Mundial, a seleção teve quatro treinadores. A saída de Tite abriu espaço para Ramon Menezes, que atuou de forma interina. Em seguida, Fernando Diniz assumiu, alternando entre Brasil e Fluminense, por seis jogos. Doriva Júnior comandou as Eliminatórias, seguido por Carlo Ancelotti, contratado no início de 2025.
O ciclo de técnicos
A derrota na fase de grupos gerou repercussões internas sobre o aproveitamento ofensivo da equipe. O Brasil finalizou 14 vezes, sendo 4 a gol, e enfrentou grande atuação do arqueiro norueguês. A defesa brasileira também sofreu, com chances claras a evitar a derrota.
Cunha ressaltou ainda que o elenco teve a sensação de controle do jogo em várias fases e poderia ter aproveitado melhor as oportunidades. O grupo reconheceu o peso emocional da eliminação, principalmente pela esperança de avançar no torneio.
Nyland teve destaque ao defender o pênalti de Bruno Guimarães e impedir finalizações de Vinícius Júnior e Rayan, além de evitar um gol contra em lance improvável. O resultado evidencia a necessidade de ajustes para próximos compromissos da seleção.
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