- Após a vitória sobre o Paraguai, o técnico Didier Deschamps rebateu a ideia de Mbappé como “ditador”, dizendo que a fama foi criada por pessoas de fora.
- Deschamps afirmou que Mbappé tem liderança e que a imagem externa não condiz com a realidade do dia a dia.
- O apelido começou como piada durante o período no Paris Saint-Germain, com a então suposta capacidade do atacante de gerenciar projetos do clube.
- A brincadeira ganhou força no Real Madrid e voltou a aparecer na Copa do Mundo de 2026, ligada a gestos em campo e a montagens.
- Em vídeo exibido durante o torneio, jogadores da França referem-se a Mbappé como “Mobutu”, em alusão ao ex-ditador da República Democrática do Congo.
Após a vitória da França sobre o Paraguai pelas oitavas de final da Copa do Mundo, o técnico Didier Deschamps rebateu a alcunha de “ditador” atribuída a Mbappé. O treinador destacou que a fama foi construída por pessoas de fora do convívio da equipe e enfatizou a liderança do atacante.
Deschamps afirmou que Mbappé não mudou, e que a imagem de ditador é criada por observadores externos. Segundo ele, a percepção não corresponde à realidade vivida pelo jogador no dia a dia da seleção.
Origem do apelido
A expressão surgiu como piada durante a passagem de Mbappé pelo PSG, associando o atleta a gerenciar projetos do clube com pulso firme. A brincadeira acompanhou o atacante ao Real Madrid e reapareceu na Copa de 2026, reavivada por gestos em campo e por montagens que o mostram com aparência de chefe militar.
Em um vídeo exibido durante o torneio, jogadores da França aparecem brincando com Mbappé e o chamando de Mobutu. A referência remete a Mobutu Sese Seko, ditador da região que governou a República Democrática do Congo por décadas. Mobutu assumiu o poder em 1965 após um golpe e permaneceu no cargo até 1997, quando foi deposto.
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