- A Fifa aceitou o recurso dos Estados Unidos e anulou a suspensão de Folarin Balogun, liberando o atacante para enfrentar a Bélgica em Seattle pelas oitavas.
- Balogun havia sido expulso na classificação contra a Bósnia, o que motivaria uma suspensão para o duelo seguinte.
- A decisão ocorreu dias antes do jogo das oitavas entre EUA e Bélgica, marcado para 6 de julho em Seattle.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou a decisão, agradecendo à Fifa.
- A federação belga afirmou ter ficado surpresa; há acusações de que a Casa Branca teria pedido a anulação, mas a Fifa negou.
O atacante Folarin Balogun teve a suspensão anulada pela Fifa, permitindo sua atuação diante da Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo. A decisão ocorreu após recurso apresentado pelos Estados Unidos, que argumentaram pela reversão da punição aplicadas após a expulsão contra a Bósnia.
Balogun era o artilheiro da seleção norte-americana no Mundial e já havia marcado em, pelo menos, uma das fases anteriores. O cartão vermelho, aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, ocorreu após pisar no tornozelo de Muharemovic durante o duelo da fase de grupos.
A partida entre Estados Unidos e Bélgica está marcada para a segunda-feira, 6 de julho, em Seattle. A anulação da suspensão abre espaço para o atacante atuar no confronto, que terá peso decisivo na tentativa norte-americana de seguir no torneio.
Aos holofotes, Donald Trump celebrou a decisão de liberar Balogun, mencionando a atuação da Fifa como correta e revertendo a “injustiça” descrita por ele. A Casa Branca não confirmou envolvimento direto na intervenção, e a Fifa negou ter sido acionada formalmente pela administração.
A Associação Belga afirmou ter ficado surpresa com o desfecho, segundo informações de veículos britânicos. Ainda não houve confirmação de detalhes sobre procedimentos internos da Fifa para a avaliação do recurso, que levou em conta a situação do jogador e o histórico disciplinar.
A relação entre Gianni Infantino e Donald Trump foi mencionada por veículos de imprensa, mas a Fifa reiterou que a avaliação do caso seguiu os seus trâmites regulares. A federação norte-americana não informou novas ações além do recurso já utilizado.
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