- Juca Kfouri disse que não vê o fim do ciclo de Neymar na seleção brasileira, mesmo com a eliminação na Copa do Mundo de 2026.
- O debate, no Posse de Bola, começou ponderando se a entrada do atacante prejudicou a competitividade e avançou para questões de idade, recuperação física e o que o Brasil precisa mudar para o próximo ciclo.
- A ênfase foi na faixa etária de Neymar — 34 anos — e na possibilidade de jogar aos 38, em comparação com Messi, aos 39, e Cristiano Ronaldo, aos 41.
- José Trajano rebateu a ideia de encerramento: “Não, acabou.”, o que abriu discussão sobre o nível mostrada pela equipe e decisões durante a partida.
- Danilo Lavieri criticou a atuação, dizendo que o Brasil parecia um amistoso valendo vaga na Copa e questionou cobranças de pênalti e a postura de Vinícius Júnior; Casagrande mencionou que os gols do Haaland vieram em momentos de velocidade, enquanto outros foram de jogadas na área.
Juca Kfouri afirmou que não enxerga o fim do ciclo de Neymar na seleção brasileira após a eliminação na Copa do Mundo de 2026. O comentário foi feito no programa Posse de Bola, veiculado pelo Canal UOL.
Na conversa, a leitura inicial é de que a entrada do atacante teria impactado a competitividade do time, abrindo espaço para discutir idade, recuperação física e o que o Brasil precisa mudar no próximo ciclo.
Trajano respondeu que, na visão dele, o ciclo estaria encerrado, gerando um debate sobre o desempenho da equipe e as decisões tomadas durante as partidas.
Kfouri reforçou que a discussão não pode ser definitiva e citou a possibilidade de Neymar retornar em melhores condições, mencionando um tratamento específico para panturrilhas.
Lavieri avaliou a atuação como se o Brasil estivesse em um amistoso, destacando que o plano traçado antes do jogo fazia sentido, mas não funcionou quando precisava.
O comentarista criticou a cobrança de pênalti, questionando a escolha de Vinicius Júnior e a postura da Seleção diante da responsabilidade no chute.
Casagrande contestou a justificativa tática sobre evitar espaço para Haaland, argumentando que os gols não vieram em transições rápidas e citando exemplos de lances durante a partida.
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