- A instabilidade no Vasco, com o afastamento de Pedrinho e a renúncia da interventora Samantha Longo, congelou as negociações por reforços para a janela de meio de ano.
- A mudança no comando da Vasco SAF gerou incerteza e impediu que tratativas avancem com clareza, abrindo espaço para a concorrência de outros clubes.
- O principal alvo continua sendo Nelson Deossa (volante), mas as tratativas perderam força após o afastamento de Pedrinho, com River Plate e Hull City de olho.
- Na defesa, Arthur Chaves (Hoffenheim) era prioridade, mas o cenário se complicou; o São Paulo surge como concorrente, enquanto o clube alemão quer venda definitiva.
- Em meio ao desgaste institucional, o Vasco permanece sem treinador: Franclim Carvalho ficou no Botafogo; Fernando Seabra tinha acordo, mas a negociação quebrou por questões de pagamento. O único reforço confirmado é o lateral-esquerdo Paulinho.
Ainstabilidade política no Vasco voltou a travar o planejamento para a temporada. Após a decisão da Justiça que afastou Pedrinho da presidência da Vasco SAF, as tratativas por reforços ficaram praticamente paralisadas. A interventora Samantha Longo passou a ter a palavra final, mas renunciou ao cargo na última semana, aumentando a incerteza na gestão. As mudanças de comando atrasam as negociações.
Antes da saída de Longo, o clube tinha prioridades claras: contratar um volante ao lado de Thiago Mendes e um zagueiro destro, com presença forte no jogo aéreo. A paralisação abriu espaço para a concorrência de outras equipes, aumentando o risco de perder alvos.
Volante e zagueiro sob avaliação
O principal alvo é o volante Nelson Deossa, com a negociação descrita como bem encaminhada em certo momento. Com a instabilidade, o processo perdeu força e rivais, como River Plate e Hull City, acompanham a situação, prontos para agir.
Na defesa, Arthur Chaves, do Hoffenheim, era visto como prioridade com aval de Renato Gaúcho. O São Paulo surge como concorrente, mas o clube alemão aceita apenas uma negociação definitiva e já rejeitou as primeiras propostas do time paulista.
Desconfiança e ritmo do mercado
A crise interna gerou desconfiança no mercado. Clubes detentores de direitos de jogadores desejados pelo Vasco exigem maiores garantias financeiras. Situação semelhante ao período da gestão anterior, com atrasos em pagamentos de transferências que despertaram cautela entre os parceiros.
Para o retorno do Campeonato Brasileiro, em 12 dias, o Vasco já tem o único reforço confirmado: o lateral-esquerdo Paulinho, de 22 anos, que defendia o América-MG e assinou pré-contrato antes da abertura da janela.
Busca por treinador e continuidade do planejamento
A instabilidade também atrapalha a busca por um técnico. Desde a saída de Renato Gaúcho, o clube esteve próximo de fechar com dois treinadores, mas as tratativas não avançaram. Franclim Carvalho recusou permanecer, enquanto Fernando Seabra tinha acordo pendente, inviabilizado pela discussão sobre a multa rescisória com o Coxa.
O Vasco permanece sem treinador e com o planejamento da temporada comprometido internamente, enquanto o mercado observa o desfecho das negociações e da gestão.
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