- Brasil enfrentou a Noruega nas oitavas da Copa do Mundo de 2026, e Bruno Guimarães cobrou pênalti defendido pelo goleiro Nyland.
- A cobrança foi a primeira penalidade perdida pela seleção brasileira em jogo com bola rolando desde 1986, há 40 anos, quando Zico falhou contra a França.
- O pênalti ocorreu durante o tempo normal, não em disputa de pênaltis.
- Bruno Guimarães cobrou sem Neymar, que é visto como especialista em bolas paradas, e sem Igor Thiago e Lucas Paquetá, que haviam batido pênaltis recentemente pela equipe.
O pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães diante da Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, entrou para a história da seleção brasileira por um motivo negativo: foi a primeira cobrança convertida em situ ações de tempo normal desde 1986 a falhar em campo, quando Zico perdeu contra a França.
A cobrança foi convertida por Nyland, goleiro do time adversário, em uma defesa direta que interrompeu a sequência de gols certeiros da Canarinho em jogos de Copa do Mundo no tempo regulamentar. O lance ocorreu com Bruno Guimarães recebendo a bola de Vini Jr. para a cobrança.
Bruno Guimarães, destaque da equipe sob o comando de Carlo Ancelotti, executou o chute sem Neymar, ausência notada na partida por questões de preparação de cobranças de falta. Igor Thiago e Lucas Paquetá também já haviam atuado em cobranças recentes, com resultados distintos, antes do confronto com a Noruega.
O jogo aconteceu na fase de mata-mata, sem a participação de Neymar, que não estava escalado para a cobrança. A decisão por pênalti ficou marcada pela defesa do goleiro adversário, encerrando a chance brasileira de também vencer na prorrogação.
A derrota encerrou a tentativa da seleção de confirmar-se como favorita no torneio, apesar do desempenho de Bruno Guimarães durante a competição. O episódio remete a um marco histórico negativo para o time, que não tinha erro similar desde 1986.
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