- PVC afirmou, no Fim de Papo, que o Brasil não pode ficar com apenas 32% de posse de bola contra a Noruega, mesmo com a estratégia de contra-ataque.
- Ele citou que as mudanças de Carlo Ancelotti deixaram o time mais recuado e contribuíram para levar dois gols após as alterações.
- PVC reconheceu momentos de valentia no primeiro tempo, mas disse que a equipe não manteve a ideia e ressaltou a necessidade de uma mudança de identidade.
- O comentarista destacou que a Copa do Mundo não favorece jogar sem posse: 52% dos jogos são vencidos por quem domina a bola.
- Outros comentaristas reforçaram a diferença entre escolha e incapacidade, afirmando que o segundo tempo piorou após as mudanças e que o Brasil rejeita a posse.
O comentarista PVC afirmou que o Brasil não pode aceitar ter apenas 32% de posse de bola contra a Noruega, mesmo com a estratégia de contra-ataque. A análise ocorreu no programa Fim de Papo, do Canal UOL, após a eliminação na Copa do Mundo de 2026.
Ele ressaltou que a seleção recuou após as mudanças do técnico Carlo Ancelotti e sofreu dois gols na etapa final. Segundo PVC, a equipe abriu mão da bola e atrasou a marcação, o que comprometeu o desempenho. A defesa do time também foi citada como fator relevante.
Para o comentarista, momentos de pressão no primeiro tempo não foram suficientes para sustentar a ideia de jogo. A discussão, diz, envolve uma mudança de identidade da equipe, não apenas ajustes táticos pontuais. PVC também contestou a ideia de que menos posse é sinônimo de eficiência em Copas.
Arnaldo Ribeiro cobrou explicações de Ancelotti e destacou a estranheza com a ausência de fala do treinador após a partida. Segundo o comentarista, quem optou por jogar com 30% de posse foi o técnico, não houve justificativa pública.
Walter Casagrande diferenciou escolha de incapacidade: 32% de posse seria sinal de dificuldade maior em manter a bola. Mauro Cezar Pereira reforçou que o time acabou não mantendo o ritmo no segundo tempo após as mudanças, o que, na avaliação dele, prejudicou o desempenho global.
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