- Brasil foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, após derrota para a Noruega.
- Rodrigo Mattos critica as substituições de Carlo Ancelotti, dizendo que o “time da galera” foi um desastre e mudou o jogo a favor da Noruega.
- A entrada de Neymar e o deslocamento de Endrick para a direita deixaram o time vulnerável e a Noruega avançou mais. Endrick teve falhas táticas citadas pelos comentaristas.
- Igor Siqueira aponta para uma escolha passiva do Brasil, com menos protagonismo e menos controle do jogo, enquanto a Noruega manteve a posse com paciência.
- Renan Teixeira observa que a entrada de Endrick expôs a fragilidade na lateral direita e que o time já apresentava baixo nível de agressividade antes das mudanças.
O time brasileiro foi eliminado nas oitavas de final para a Noruega na Copa do Mundo de 2026. Em análise no programa Fim de Papo, do Canal UOL, Rodrigo Mattos destacou que as substituições de Carlo Ancelotti desconstruíram a equipe e favoreceram o adversário, com Neymar entrando e Endrick recuado pela direita.
Ele considerou as mudanças como o principal fator da derrota, citando a insistência em deixar o time da galera em campo. Segundo o comentarista, a presença de Neymar gerou pressão inicial que desapareceu após a entrada de Endrick pela direita, abrindo caminho para a Noruega avançar.
Rodrigo Mattos também apontou uma fragilidade tática antiga: a disciplina sem a bola de Endrick. O comentarista citou um lance em que o atacante foi batido no um contra um, gerando cruzamento perigoso, o que justificaria a conexão com a decisão de deslocá-lo.
Igor Siqueira destacou a escolha tática como passiva, com o Brasil recuado e pouco protagonista. Ele afirmou que a seleção abriu mão do controle do jogo contra uma Noruega que trabalha a bola com paciência até encontrar a oportunidade.
Renan Teixeira concordou que a entrada de Endrick expôs o problema pela direita e relacionou o tema ao motivo de Ancelotti ter adotado outras opções recentemente. O comentarista ressaltou que a equipe já atuava com baixa agressividade antes das mudanças.
Para os comentaristas, o plano de baixar as linhas para conter Haaland fazia sentido, mas exigia maior pressão sobre quem tinha a posse. Eles observaram que os meio-campistas da Noruega tocavam a bola com facilidade, facilitando a reação ofensiva do adversário.
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