- Com a lesão de Lucas Paquetá, a seleção brasileira fica sem um titular na Copa do Mundo de 2026, e Raphinha já não atua desde a segunda rodada da fase de grupos.
- Em quatro de cinco títulos mundiais, houve mudança na equipe desde a estreia até a final por lesão, suspensão ou opção técnica.
- Em 1958, Pelé e Garrincha começaram no banco e entraram para o time titular na decisão, ajudando o Brasil a vencer.
- Em 1962, Pelé ficou fora devido a lesão; Garrincha, Amarildo e Vavá brilharam na campanha até o título.
- Em 2002, Kléberson passou a ser titular nas quartas de final, substituindo Juninho Paulista para dar equilíbrio ao meio-campo.
Com a lesão de Lucas Paquetá, a Seleção Brasileira volta a sofrer desfalques em Copas do Mundo, repetindo o padrão de mudanças que marcou campanhas anteriores. A equipe já teve casos de substituição por fatores físicos, suspensões ou escolhas técnicas ao longo da história.
A soma de casos mostra que, em quatro dos cinco títulos mundiais do Brasil, o time de estreia à final passou por alterações significativas. Em 1958, 1962, 1994 e 2002, mudanças foram determinantes para as estratégias e resultados.
1958
Pelé e Garrincha começaram o torneio no banco de reservas, ainda sem titularidade consolidada. Após a segunda rodada, mudanças foram acionadas para o jogo decisivo, com os artistas entrando como titulares e contribuindo para a vitória por 2 a 0 contra a União Soviética.
1962
Pelé ficou ausente por lesão na segunda partida, com um estiramento na coxa esquerda. Garrincha, Amarildo e Vavá assumiram protagonismo, e o Brasil venceu Espanha, Inglaterra, Chile e Tchecoslováquia para sagrar-se campeão.
1970
Apenas uma campanha sem mudanças na escalação desde a estreia até a final. Houve pequenas alterações na fase inicial, com Gerson entrando na equipe após lesões, mas a formação base se manteve até o título.
1994
Mudanças relevantes ocorreram por lesão, expulsão e ajuste tático. Ricardo Rocha saiu cedo por lesão, Aldair formou dupla com Márcio Santos. Leonardo foi expulso nas oitavas, gerando a entrada de Branco. Raí também foi substituído por Mazinho nas ótimas finais.
2002
Em meio à campanha, Kléberson passou a ser titular nas quartas de final, substituindo Juninho Paulista. A alteração visou equilíbrio no meio-campo com três zagueiros, mantendo Emerson como desfalque antes da competição.
2026
Com Paquetá indisponível, o Brasil tem novo desafio em uma Copa do Mundo que já registrou desfalques importantes. Raphinha também não atua desde a segunda rodada da fase de grupos, ampliando mudanças necessárias para o rendimento técnico.
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