- O técnico Mauricio Pochettino celebrou a decisão da Fifa de anular a suspensão de Balogun, liberando o atacante para a partida contra a Bélgica pelas oitavas de final.
- A anulação ocorreu com base no artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, que prevê suspensão suspensa por um período probatório de um ano. Balogun continua sob condição de cumprimento de sanção se houver nova infração similar.
- Balogun havia sido expulso contra a Bósnia num duelo da segunda fase, após choque com defensor rival; o árbitro Raphael Claus deixou o vermelho decidido após a revisão no VAR.
- A Federação Belga disse ter ficado surpresa com a decisão e avalia medidas legais; Balogun segue como artilheiro dos EUA no Mundial.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou a Fifa pela reversão; o processo envolveu contato entre a Casa Branca e a entidade.
Mauricio Pochettino celebrou a decisão da Fifa que tirou a suspensão de Balogun, liberando o atacante para a partida contra a Bélgica, pelas oitavas da Copa. A escolha manteve Balogun elegível para o jogo de eliminação direta.
A decisão ocorreu após revisão do VAR, que manteve o vermelho aplicado pelo árbitro Rafael Claus em Balogun no duelo contra a Bósnia. O atacante era artilheiro da equipe na competição e estava em fase decisiva.
Pochettino afirmou que a suspensão teve base em questões de ética e integridade, destacando que a equipe já havia jogado com 10 jogadores por 30 minutos contra a Bósnia. O treinador comentou ainda que a repercussão poderia ter sido diferente se o placar tivesse mudado.
Balogun e a base legal
A anulação da suspensão ocorreu com base no artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, que permite suspensões suspensas por um período probatório de um ano. Caso haja nova infração grave, a punição volta a valer.
A Federação Belga disse ter ficado surpresa com a decisão e analisava possíveis medidas legais. Balogun publicou uma foto nas redes sociais após a confirmação, sem legenda, mantendo o foco no duelo com a Bélgica.
Donald Trump, então presidente dos EUA, elogiou a decisão da Fifa, segundo apuração do UOL, e houve contato entre a Casa Branca e a entidade. A comunicação buscou esclarecer que a decisão não envolve política, apenas aspecto disciplinar do futebol.
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