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21 estádios cotados para sediar a Copa do Mundo 2030

Estádios centenários de três continentes passam por reformas para a Copa de 2030, com foco em capacidade, modernização e acessibilidade

O Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, é a casa do Real Madrid e um dos templos mais icônicos do futebol mundial. Inaugurado em 1947, passou por diversas reformas e hoje tem capacidade para cerca de 83 mil espectadores, sendo considerado um dos estádios mais modernos da Europa, e pode receber jogos na Copa do Mundo 2030
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  • Ao todo, 21 estádios, distribuídos em três continentes, entram na lista de cotados para sediar a Copa do Mundo de 2030, reunindo projetos históricos, reformas recentes e intervenções arquitetônicas.
  • Na Europa, o Santiago Bernabéu, em Madrid, inaugurado em mil novecentos e quarenta e sete, tem cerca de oitenta e três mil espectadores e passa por modernização com fachada de aço inox e áreas de hospitalidade.
  • Na América do Sul, o Estádio Monumental, em Buenos Aires, casa do River Plate e inaugurado em mil novecentos e trinta e oito, passou por várias revitalizações, ampliando capacidade e implementando painéis de LED.
  • No Marrocos, destacam-se o Grand Stade Hassan II, em Casablanca, com cobertura inspirada na tenda tradicional e base elevada com jardins, e o Prince Moulay Abdellah, em Rabat, voltado à proximidade entre público e gramado, com capacidade para quarenta e oito mil a sessenta e oito mil setecentos.
  • Em outros polos, há usos de renovação profunda em estádios como Nou Mestalla, em Valência (em construção, com cobertura leve de anéis metálicos), Camp Nou, em Barcelona (remodelação Espai Barça), Reale Arena, em San Sebastião, La Romareda, em Zaragoza, Balaídos, em Vigo, Gran Canaria, em Las Palmas, entre outros, todos com foco em modernização, sustentabilidade ou duplicação de capacidade.

O texto reúne 21 estádios citados para sediar a Copa do Mundo de 2030, distribuídos por três continentes. Os projetos refletem reformas recentes, intervenções arquitetônicas e fases distintas do futebol mundial, com foco na modernização, acessibilidade e sustentabilidade.

Na Europa, o Santiago Bernabéu, em Madrid, figura entre os palcos potenciais. Inaugurado em 1947, passou por reformas que mantêm a estrutura e criam fachada de aço, além de ampliar áreas de hospitalidade e museus. Pode receber jogos da edição de 2030.

Também na Espanha, o Cívitas Metropolitano, em Madri, exibe linguagem contemporânea, com o uso expressivo de concreto aparente. Inaugurado em 2017, resultou da expansão do antigo estádio de atletismo da comunidade e hoje tem capacidade próxima a 70 mil lugares.

Outra referência europeia é o Camp Nou, em Barcelona, em processo de remodelação sob o projeto Espai Barça. O objetivo é manter a leitura original, preservar elementos mediterrâneos e abrir o entorno para terraços e áreas públicas, com cobertura nova.

Na mesma linha de modernização, o RCDE Stadium, em Barcelona, se destaca pela pele translúcida e painéis fotovoltaicos na cobertura. O estádio busca equilíbrio entre iluminação natural, conforto e sustentabilidade para o público.

O Real Madrid integra o conjunto de estádios que podem compor a lista, com o Santiago Bernabéu recebendo obras que unem tradição e inovação, assegurando conforto aos torcedores e espaços de hospitalidade.

Em Lisboa, o Estádio da Luz passou por reconstrução nos anos 2000, mantendo identidade com o projeto original e adotando uma cobertura marcante em arcos vermelhos. A arena figura entre as propostas para 2030, mantendo a memória do local.

Em Portugal, o Estádio José Alvalade, casa do Sporting, evoluiu de projeto multifuncional para complexo moderno. A mudança, concluída em 2003, enfatiza cobertura curvilínea e fachada de azulejos, integrando-se ao entorno urbano.

Na Turquia, o Grand Stade Hassan II, em Casablanca, é apresentado como um dos principais estádios da escala para 2030. A combinação de cobertura em formato de tenda e jardins suspensos eleva o protagonismo arquitetônico marroquino.

No Marrocos, o Prince Moulay Abdellah, em Rabat, foi reconstruído para favorecer a proximidade entre público e campo. A arena tem capacidade para cerca de 68,7 mil torcedores e destaque para a arquibancada sul de 23 mil lugares.

Também no país, o Grand Stade de Marrakech dialoga com a paisagem desértica, adotando referências da arquitetura islâmica. A construção inaugura em 2011 com fachadas em tons de areia e torres que remetem aos minaretes.

Entre as obras futuras, o Estádio Ibn Batouta, em Tangier, passou por reforma recente que atualiza a cobertura leve com sistema de membranas. A ideia é ampliar a leitura contemporânea do complexo para eventos de grande porte.

O Stade de Fez, em construção de revitalização, recebe fachada envidraçada para ampliar entrada de luz natural. O objetivo é alinhar a arena aos padrões internacionais presentes nas candidaturas de 2030.

Na África, o Grand Stade de Tanger e o Estádio Ibn Batouta destacam-se pela cobertura leve com rede de cabos, buscando reduzir peso visual e aumentar a permeabilidade do entorno urbano.

Na América do Sul, o Estádio Monumental, em Buenos Aires, já exibiu reformas para ampliar capacidade e modernizar vestiários, mantendo a função original de casa do River Plate. O projeto preserva a identidade histórica da arena.

Outro exemplo sul-americano é o Estádio Osvaldo Domínguez Dibb, no Paraguai, que substitui o Manuel Ferreira. A nova arena, com mais de 46 mil lugares, inclui museu e loja oficial, com conclusão prevista para 2027.

Na mesma região, o Estádio La Cartuja, em Sevilha, passou por reforma para remover a pista de atletismo, rebaixar o gramado e aproximar as arquibancadas do campo, convertendo-o em arena voltada ao futebol.

A lista de estádios envolve ainda projetos como o Estádio Balaídos, em Vigo, com a ideia de manter funcionamento durante a modernização, e a Nova Romareda, em Zaragoza, que preserva a memória local enquanto se adapta aos padrões atuais.

Outros exemplos citados incluem o La Romareda, adaptado pela reforma da nova Romareda; o Grand Stade de Tanger, com leitura arquitetônica contemporânea; e o Reale Arena, em San Sebastián, que recebeu cobertura translúcida e fachada renovada para o futebol moderno.

Entre as tendências, aparecem imóveis com cobertura leve, vidro e membranas, bem como fachadas que enfatizam a integração entre estádio, cidade e torcedores. A proposta geral enfatiza sustentabilidade, acessibilidade e experiência do público.

Fonte oficial aponta que o conjunto de projetos pretende manter a referência histórica de cada arena ao mesmo tempo em que amplia capacidade, conforto e eficiência energética para a Copa do Mundo de 2030.

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