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Ancelotti desmontou Brasil ao ceder a apelo popular com Neymar e Endrick

Mudanças de Ancelotti com Neymar e Endrick, pedidas pela torcida, expuseram falhas defensivas e contribuíram para a eliminação do Brasil

O técnico do Brasil, Carlo Ancelotti, no intervalo
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  • Ancelotti promoveu Endrick para a vaga de Matheus Cunha e, aos 9 minutos, Neymar substituiu Martinelli, em empate contra a Noruega no MetLife Stadium.
  • A mudança resultou em um 4-3-3 inédito, com Neymar centralizado, Endrick pela direita e Vinícius Júnior aberto pela esquerda.
  • Com a dupla em campo, o Brasil perdeu consistência defensiva e a Noruega passou a criar espaços no meio.
  • A derrota expôs a dificuldade de fazer o encaixe defensivo com Endrick e de liberar Neymar conforme o planejamento da comissão técnica.
  • Depois da eliminação, a seleção retorna ao Brasil na terça-feira em voo fretado.

O Brasil empata com a Noruega no MetLife Stadium, em intervenção decisiva de Carlo Ancelotti: Endrick entrou para o lugar de Matheus Cunha e, nove minutos depois, Neymar substituiu Martinelli. A mudança chamou a atenção da torcida e de analistas.

Endrick era alvo da torcida durante a Copa, após atuação decisiva na data Fifa de março e em amistosos. Neymar foi incluído na lista final de convocados em condições questionadas, recuperando-se de lesão para atuar no Mundial.

Formação e desdobramentos

A atuação marcou mudança de sistema: Ancelotti escalou 4-3-3 com Neymar centralizado, Endrick pela direita e Vinícius Júnior pela esquerda, abrindo mão de funções defensivas tradicionais para o trio ofensivo. O Brasil recuou no meio e encontrou espaço para a Noruega.

A entrada de Ederson, volante convocado após lesão de Wesley, não evitou o desequilíbrio. Endrick cobriu mal a direita; a Noruega chegou ao primeiro gol em cruzamento pela área, com Haaland concluindo. O segundo tento veio em chute aberto.

Contexto e impactos

Ao longo da Copa, a comissão técnica avaliou a necessidade de flexibilizar a participação de Neymar e Endrick, diante de lesões ou de restrições táticas. Em campo, a equipe enfrentou dificuldades de recomposição sem a bola, sob pressão da defesa adversária.

A derrota encerra a campanha brasileira na Copa e a seleção retorna ao Brasil na terça-feira, em voo fretado ainda sem horário definido. A direção da equipe mantém o planejamento para ajustes pós-término do torneio.

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