- Endrick teve chance clara de marcar aos 0 a 0 contra a Noruega, mas acabou errando o domínio e a jogada resultou no chute para fora.
- A Noruega abriu o placar com Haaland, após passe de Schjelderup, e ampliou na sequência pela mesma sequência de jogadas.
- O Brasil já havia recorrido a Endrick no mata-mata contra o Japão, quando ele entrou no intervalo e ajudou a mexer na postura da equipe.
- Na decisão, Neymar entrou e Endrick passou a atuar pela direita, com mais responsabilidade defensiva, mas o time não conseguiu evitar a derrota.
- O técnico Carlo Ancelotti mantém contrato com a CBF até a Copa do Mundo de 2030, e mencionou a escolha por Endrick para dar profundidade ao time.
O Brasil foi derrotado pela Noruega por 2 a 1 na Copa do Mundo de 2026, em East Rutherford, Nova Jersey. Endrick foi titular nos mata-matas, atendendo a pedidos para poupar o time de maiores chances de surpresa na fase eliminatória.
Ancelotti explicou, após a partida, que a entrada do jovem buscava aumentar a profundidade do ataque e a mobilidade na área adversária. A estratégia funcionou em parte contra o Japão, mas não teve o mesmo efeito diante dos noruegueses.
Endrick entrou aos 13 minutos do segundo tempo no lugar de Matheus Cunha e recebeu passe de Vinícius Júnior. Na jogada seguinte, o atacante teve domínio precipitado e finalizou para fora com a goleira Nyland adiantada, mantendo o placar zerado.
Mais tarde, Neymar entrou e o brasileiro ganhou papel aberto pela direita, com ajuda na marcação. Aos 34 minutos, Endrick ficou envolvido em uma jogada que abriu espaço para Haaland cruzar e Schjelderup, na sequência, ampliar para a Noruega.
A seleção brasileira ainda criou chances, mas não conseguiu o empate. Ancelotti avaliou que a entrada de Neymar abriu espaço para o brasileiro jogar em outra posição, porém o resultado ficou abaixo do esperado para manter a liderança do grupo.
A relação contratual de Ancelotti com a CBF segue estável, com o treinador confirmado até a Copa de 2030. O técnico citou, em entrevista recente, que Endrick permanece como peça-chave do próximo ciclo, após retorno ao Real Madrid.
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