- Espanha: El País afirma que Haaland destruiu o Brasil de Ancelotti, apontando que o Brasil deixou de atacar e adotou um modelo cauteloso; pênalti perdido por Bruno Guimarães é visto como símbolo da queda do plano brasileiro.
- Noruega: imprensa local celebra a vitória como marco histórico, com o Diário de Noruega destacando que o Brasil foi “esmagado” e o Adresseavisen chamando a classificação de maior feito da história do esporte norueguês.
- França: L’Équipe vê a eliminação como continuidade da dificuldade brasileira contra seleções europeias em Copas desde 2002.
- Itália: Gazzetta dello Sport enfatiza a performance de Haaland e questiona a capacidade de Ancelotti transformar a identidade da seleção; Neymar é visto como símbolo de renovação que não ocorreu.
- Alemanha: Kicker e SID apontam decadência do futebol brasileiro, com Neymar marcando o encerramento de uma era e a necessidade de reconstrução para 2030; DPA ressalta que Vinicius Junior foi o principal destaque ofensivo.
O noticiário esportivo europeu avaliou o triunfo da Noruega sobre o Brasil como indicativo de declínio do futebol brasileiro. A derrota acentuou a percepção de que a seleção vive um momento de transição e perde espaço no cenário mundial.
As leituras destacam Haaland como protagonista do revés brasileiro, especialmente pela forma como a Noruega executou o modelo sustentável e eficiente que o técnico Carlo Ancelotti tentava impor à Canarinho. A derrota reacende debate sobre identidade e renovação da equipe.
A cobertura internacional aponta o resultado como marco histórico: a Noruega pode ascender como potência competitiva, enquanto o Brasil não vence uma Copa desde 2002. Em meio a críticas, o pesquisado equilíbrio entre elenco estrela e organização tática domina as análises.
Espanha
O El País sustenta que o Brasil recuou de um estilo agressivo para um modelo cauteloso, inadequado diante de uma equipe que explorou bem as oportunidades. O pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães é visto como momento crítico de ruína da estratégia.
Noruega
O VG resume a ocasião com a expressão Brasil esmagado. Adiciona que o jogo pode redefinir o papel da Noruega no futebol internacional. O Adresseavisen chama a classificação às quartas de final de maior feito da história do esporte local.
França
O L Équipe descreve a eliminação como capítulo da dificuldade brasileira contra seleções europeias em Copas. A vitória da Noruega é apresentada como parte de uma tendência histórica.
Itália
A Gazzetta dello Sport enfatiza o peso de Haaland na performance, sugerindo que seu impacto foi maior que o do time brasileiro agregado. A Reuters analisa a estrutura da equipe sob Ancelotti como fator de fragilidade.
Alemanha
A Kicker afirma que o Brasil já era visto como mito do passado, não como força atual. A publicação destaca falhas nas eliminatórias e a ausência de renovação que compromete o desempenho recente.
Despedida de Neymar
A SID descreve o luto no país e aponta Neymar como símbolo de uma geração que encerra seu ciclo. A matéria destaca a percepção de que a seleção, aos 34 anos, pode ter disputado a última participação com esse grupo.
Sofrimentos continuam
A DPA reforça que o time atua com menos talentos extraordinários que as seleções passadas. Vinicius Junior é citado como exceção, enquanto Neymar e Raphinha enfrentaram problemas físicos. Ancelotti é visto como gestor, não como salvador.
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