- Brasil foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 após perder para a Noruega, com Haaland marcando dois gols e Neymar descontando de pênalti nos acréscimos.
- A derrota intensificou o tom de crise da Seleção, marcando o sexto Mundial seguido sem título e a sexta eliminação diante de uma equipe europeia em Mundiais consecutivos desde 2006.
- A imprensa internacional foi unânime em apontar Haaland como decisivo e destacou a classificação histórica da Noruega, com diferentes reações de cada país.
- Na Espanha, o Marca chamou o desempenho de “fracasso inexplicável” e celebrou Haaland como destaque, enquanto o Olé, da Argentina, zombou da derrota brasileira.
- Em outros veículos, o Clarín ressaltou Haaland como locomotiva, e o As, da Espanha, descreveu o momento da Canarinha como um ciclo sombrio, reforçando o tom de crise técnico-tática.
Brasil foi eliminado pela Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, encerrando a campanha da Seleção Brasileira. O placar foi decidido pela dupla de Haaland, que marcou os dois gols, enquanto Neymar descontou de pênalti nos acrésimos. O jogo ocorreu em solo europeu, em data recente do torneio.
A imprensa internacional reagiu de forma unânime ao desempenho brasileiro, classificando a eliminação como um dos grandes choques do Mundial. Jornais europeus e sul-americanos destacaram a atuação decisiva de Haaland e o que chamaram de crise persistente da equipe pentacampeã.
Repercussões na imprensa internacional
Na Noruega, o VG celebrou a classificação histórica às quartas e mencionou previsões que se mostraram certeiras. A publicação lembrou que ex-atletas já confiavam na equipe antes do Mundial.
Na Argentina, o Clarín destacou Haaland como locomotiva que impulsionou a Noruega. O Olé fez jogo de palavras com o nome do atacante e comentou a derrota brasileira como sinal de um suposto declínio do futebol do Brasil.
Na Espanha, o Marca chamou o desempenho brasileiro de fracasso inexplicável e ressaltou Haaland como destaque. O As adotou tom crítico ao falar de um ciclo sombrio para a Canarinha.
Na Itália, a Gazzetta dello Sport citou a incapacidade de mudanças sob o comando técnico, mencionando o desgaste de grandes seleções. O jornal colocou Brasil, Alemanha e Itália entre as potências em declínio.
Nos Estados Unidos, o The Athletic, do New York Times, questionou o que deu errado para o Brasil, lembrando que é a pior campanha desde 1990 e que o país não vence Mundiais há seis edições contra seleções europeias.
Avaliação do técnico e do cenário
A repercussão também aborda a continuidade de um ciclo de resultados insatisfatórios em Copas, com o time eliminado pela sexta vez em Mundiais diante europeias desde 2006. Haaland foi o principal destaque do jogo.
O Brasil contou com o gol de Neymar em cobrança de pênalti nos acréscimos, mas não foi suficiente para evitar a queda. A derrota marca o fim da campanha no Mundial e acende debates sobre o estilo e a gestão da equipe.
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