- UEFA critica a decisão da FIFA de liberar Folarin Balogun para as oitavas contra a Bélgica, dizendo que cruzou uma linha vermelha e que isso coloca em risco a integridade da Copa do Mundo.
- Balogun foi expulso contra a Bósnia e Herzegovina e a suspensão automática de uma partida era prevista; a FIFA suspendeu temporariamente a punição por um ano, em regime probatório.
- A decisão ocorreu após a Casa Branca solicitar uma revisão ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, segundo a Associated Press.
- A Federação Belga avaliou possibilidades jurídicas e criticou a medida; ex-presidente da FIFA, Sepp Blatter, afirmou que cartões vermelhos são regulados por regras, não por influências externas.
- A FIFA declarou que, se Balogun cometer infração semelhante no período probatório, a suspensão será restabelecida e poderá haver nova punição, conforme o artigo 27 do Código Disciplinar.
A Uefa rebateu na segunda-feira a decisão da Fifa de liberar Folarin Balogun para as oitavas da Copa do Mundo contra a Bélgica. A entidade afirmou que a medida pode criar um precedente perigoso e colocar em risco a integridade da competição.
Balogun foi expulso na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina nos 16 avos de final. Pela regra, ele deveria cumprir suspensão automática de uma partida, deixando o time sem o atacante contra a Bélgica. A Fifa suspendeu a punição por um período probatório de um ano.
A decisão, segundo a Associated Press, ocorreu após a Casa Branca solicitar revisão ao presidente da Fifa, Gianni Infantino. A Fifa explicou que a suspensão pode ser restabelecida se houver infração semelhante durante o período probatório.
Repercussões e entendimentos
A Uefa classificou a medida como inédita, incompreensível e injustificável, reforçando que a suspensão automática não pode ser flexibilizada em Copa do Mundo. A entidade alerta que exceções abrem espaço para tratamento desigual entre seleções.
A Federação Belga avaliou possibilidades jurídicas após a liberação de Balogun. Ex-presidente da Fifa, Sepp Blatter afirmou que mudanças devem ocorrer por regras e órgãos independentes, não por pressões políticas. O treinador Thomas Tuchel questionou limites de revisões desse tipo.
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