A Adidas levou pela primeira vez uma chuteira impressa em 3D a uma partida de futebol profissional. Cavan Sullivan, de 16 anos, utilizou o modelo durante a vitória do Philadelphia Union por 3 a 1 sobre o New York Red Bulls, pela Major League Soccer (MLS), no fim de julho. Produzida especialmente de acordo com […]
A Adidas levou pela primeira vez uma chuteira impressa em 3D a uma partida de futebol profissional. Cavan Sullivan, de 16 anos, utilizou o modelo durante a vitória do Philadelphia Union por 3 a 1 sobre o New York Red Bulls, pela Major League Soccer (MLS), no fim de julho.
Produzida especialmente de acordo com as medidas e características dos pés do jogador, a chuteira faz parte do Projeto R.A.P., sigla para Radical Athlete Perception. A iniciativa utiliza avaliações de atletas, testes e dados para criar produtos adaptados às necessidades de cada esportista.
Antes da estreia de Sullivan, a chuteira havia aparecido apenas como protótipo. No fim de junho, havia a expectativa de que o modelo pudesse ser lançado comercialmente, mas a Adidas ainda não havia confirmado uma data para a chegada do produto ao mercado.
O atacante do Atlético de Madrid, Ademola Lookman, já havia sido visto utilizando uma versão experimental da chuteira durante um treinamento. Ele e Khvicha Kvaratskhelia, astro do PSG, participaram do processo de desenvolvimento e também devem utilizar o modelo.
Como funciona a chuteira impressa em 3D
A principal diferença está na parte superior do calçado, formada por uma estrutura porosa semelhante a uma rede. O formato reduz a quantidade de material utilizada na fabricação, sem abandonar o suporte e a estabilidade necessários para o jogador. O 3D permite que a estrutura seja produzida de acordo com o formato do pé e os pontos de pressão de cada atleta.
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A Adidas já usou a impressão em 3D em produtos como as entressolas Futurecraft 4D e os tênis lifestyle Climacool. A estreia na MLS, porém, marcou a chegada da tecnologia às chuteiras em uma competição profissional.
O escolhido para a estreia
Quem estreou a nova tecnologia foi Cavan Sullivan, uma das maiores promessas do futebol norte-americano. O meia acertou aos 14 anos um acordo para defender futuramente o Manchester City e, naquele mesmo ano, tornou-se o jogador mais jovem a entrar em campo em uma partida da MLS.

Imagem: Reprodução / MLS
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