No Rally Dakar, a quarta etapa teve como vencedor o australiano Daniel Sanders, da KTM, mas o verdadeiro destaque foi o espanhol Tosha Schareina, da Honda. O piloto de 29 anos optou por uma estratégia que priorizou a conservação para a próxima etapa, cedendo apenas 15 segundos para Sanders, que completou o percurso em 5h10m33s. […]
No Rally Dakar, a quarta etapa teve como vencedor o australiano Daniel Sanders, da KTM, mas o verdadeiro destaque foi o espanhol Tosha Schareina, da Honda. O piloto de 29 anos optou por uma estratégia que priorizou a conservação para a próxima etapa, cedendo apenas 15 segundos para Sanders, que completou o percurso em 5h10m33s. Schareina comentou sobre a importância de “ir com cabeça” e não arriscar, especialmente antes do dia de descanso em Hail.
A etapa maratona exigiu que os pilotos realizassem reparos em suas motos sem a ajuda de suas equipes, tendo apenas 30 minutos para isso. Schareina enfrentou dificuldades com a nova tablet digital, que substituiu os tradicionais livros de rota, mas conseguiu resolver os problemas com um simples ajuste. Ele se posiciona em segundo lugar na classificação geral, a 13 minutos e meio do líder.
Sanders, que já venceu três das quatro etapas até agora, elogiou a tática de Schareina, ressaltando que ambos tentaram “baixar o ritmo” para evitar complicações na navegação. Outros competidores, como Skyler Howes e Ricky Brabec, enfrentaram perdas significativas de tempo, aumentando suas desvantagens na classificação geral.
A polêmica em torno das tablets digitais continua, com vários pilotos, incluindo Nacho Cornejo, expressando frustração sobre a falta de consistência na devolução de tempo para aqueles que enfrentaram problemas técnicos. A situação gerou descontentamento entre os competidores, que questionam a equidade nas decisões da organização do rally.
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