Tommy Paul alcançou um marco importante em sua carreira ao entrar no top 10 da ATP pela primeira vez, após sua performance nas quartas de final do Australian Open. O jogador de 27 anos se junta a Taylor Fritz como o segundo norte-americano na elite do tênis mundial. Desde sua estreia no top 100 em […]
Tommy Paul alcançou um marco importante em sua carreira ao entrar no top 10 da ATP pela primeira vez, após sua performance nas quartas de final do Australian Open. O jogador de 27 anos se junta a Taylor Fritz como o segundo norte-americano na elite do tênis mundial. Desde sua estreia no top 100 em setembro de 2019, Paul não saiu mais dessa faixa, consolidando-se agora como o novo número 9 do mundo, subindo duas posições nesta semana.
Para que Paul pudesse alcançar essa nova posição, o búlgaro Grigor Dimitrov foi ultrapassado, caindo da nona para a 11ª colocação. Além disso, o russo Andrey Rublev também perdeu sua posição, descendo da nona para a décima. A situação foi ainda mais complicada para Daniil Medvedev, que não defendeu o vice-campeonato em Melbourne e caiu do top 5, agora ocupando a sétima posição.
Os jogadores que se beneficiaram dessa reestruturação foram o norueguês Casper Ruud e o sérvio Novak Djokovic. Ruud retornou ao top 5, enquanto Djokovic, ex-número 1 do mundo, está agora a 260 pontos de Ruud e pode sonhar com um retorno ao grupo dos cinco melhores, já que defende apenas 50 pontos até o início da temporada de saibro.
A condição física de Djokovic é uma preocupação, especialmente após sua saída do Australian Open devido a uma lesão na coxa. Enquanto isso, os líderes do ranking, incluindo Jannik Sinner, Alexander Zverev, Carlos Alcaraz e Taylor Fritz, mantiveram suas posições após o torneio, solidificando suas colocações no topo da ATP.
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