Uma mulher australiana, identificada apenas como Nina, se tornou o centro das atenções após interromper a final masculina do Australian Open, gritando repetidamente “A Austrália acredita em Olga e Brenda” durante o discurso de Alexander Zverev. O protesto foi uma manifestação de apoio a Olga Sharypova e Brenda Patea, ex-parceiras do tenista, que o acusaram […]
Uma mulher australiana, identificada apenas como Nina, se tornou o centro das atenções após interromper a final masculina do Australian Open, gritando repetidamente “A Austrália acredita em Olga e Brenda” durante o discurso de Alexander Zverev. O protesto foi uma manifestação de apoio a Olga Sharypova e Brenda Patea, ex-parceiras do tenista, que o acusaram de abuso doméstico, alegações que Zverev nega. O caso com Patea foi resolvido fora do tribunal em junho de 2023, sem admissão de culpa.
Nina, que tem cerca de 30 anos e é de origem do Leste Europeu, revelou que planejou cuidadosamente o protesto para garantir que a mídia o notasse. Em entrevista ao jornalista Ben Rothenberg, ela explicou que conversou com suas irmãs antes do evento para discutir o que poderia dizer. “Eu queria que soubesse que os fãs de tênis sabem e se importam com essas mulheres. E nós acreditamos nelas”, afirmou.
A mulher escolheu seu local estrategicamente, posicionando-se perto do camarote de Zverev e da mídia. “Decidi no match-point que iria até o final da placa ‘Melbourne’, porque sei onde ficam os assentos da mídia”, contou. Ao gritar, Nina sentiu que estava sendo ouvida e que seu protesto estava tendo o impacto desejado.
O diretor do torneio, Craig Tiley, criticou a interrupção, afirmando que ela arruinou o momento. Ele reiterou a política de tolerância zero contra protestos durante o evento, afirmando que indivíduos que tentam ser perturbadores não são bem-vindos e serão removidos do local.
Entre na conversa da comunidade