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Lui Carvalho defende mudança para piso duro e faz balanço positivo do Rio Open 2025

- O Rio Open enfrenta desafios com o piso de saibro, dificultando a vinda de grandes jogadores. - Apenas Alexander Zverev confirmou presença em 2025, após lesões de Musetti e Rune. - O diretor do torneio, Lui Carvalho, defende a mudança para piso duro para atrair mais competidores. - A volta do torneio feminino está em discussão, com planos de datas diferentes. - Problemas na venda de ingressos foram reconhecidos, com melhorias planejadas para 2026.

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O diretor do Rio Open, Lui Carvalho, destacou a necessidade de mudança do torneio para o piso duro, afirmando que o saibro dificulta a vinda de grandes jogadores. Para 2025, apenas Alexander Zverev, segundo colocado no ranking, confirmou presença, após lesões de Lorenzo Musetti e Holger Rune. Carvalho acredita que a mudança de piso poderia […]

O diretor do Rio Open, Lui Carvalho, destacou a necessidade de mudança do torneio para o piso duro, afirmando que o saibro dificulta a vinda de grandes jogadores. Para 2025, apenas Alexander Zverev, segundo colocado no ranking, confirmou presença, após lesões de Lorenzo Musetti e Holger Rune. Carvalho acredita que a mudança de piso poderia atrair mais atletas, já que muitos jogadores profissionais estão se adaptando cada vez menos a diferentes superfícies.

Durante a coletiva, Carvalho fez um balanço positivo da edição de 2025, apesar das desistências. Ele mencionou que o evento teve “sold out” em outubro e que a presença do tenista João Fonseca ajudou a aumentar a visibilidade do torneio. O diretor ressaltou a hospitalidade brasileira como um diferencial, afirmando que os jogadores se sentem em casa no Rio Open, o que contribui para a experiência do evento.

O diretor também abordou a questão das ausências de jogadores, lamentando a falta de controle sobre as condições físicas dos atletas. Ele reconheceu que a busca por um lineup forte é um trabalho contínuo e que as desistências podem abrir espaço para novas histórias, como a de Alexandre Muller. Carvalho expressou o desejo de que as quartas de final do torneio se assemelhassem às de Doha, mas enfatizou que os resultados não estão sob seu controle.

Por fim, Carvalho mencionou a possibilidade de trazer de volta o torneio feminino e a importância de não coincidir com o masculino. Ele reafirmou que a mudança para o piso duro poderia beneficiar o evento e que a organização está atenta a melhorias no sistema de venda de ingressos, que enfrentou problemas nesta edição. A ideia é continuar trabalhando para mitigar questões como a atuação de cambistas e garantir uma melhor experiência para os espectadores.

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