Reilly Opelka, um tenista americano, afirmou que recebeu ameaças de um representante da ATP para que retirasse seu nome de um processo judicial, sob a ameaça de perder sua pensão e enfrentar altos custos legais. A ATP negou essas alegações, chamando-as de boato. Opelka contou que foi abordado por um jogador não identificado durante o Miami Open e teve três conversas sobre o processo, mas não revelou o nome do atleta por medo de represálias. Luben Pampoulov, um membro do conselho da ATP, disse que as declarações de Opelka são falsas e que a ATP participou de uma audiência em Barcelona, onde Opelka deve depor. A PTPA, cofundada por Novak Djokovic, entrou com um processo em 18 de março, e Pampoulov tentou convencer jogadores a assinarem uma declaração contra a ação, mas apenas Ben Shelton confirmou a assinatura. Vasek Pospisil, outro membro da PTPA, afirmou que conversou com cerca de 150 jogadores que apoiam o litígio, embora tenha mencionado anteriormente um número maior. Pospisil também comentou sobre a posição de Djokovic, que não assinou o processo e expressou discordância em relação a partes do litígio, o que surpreendeu Pospisil, pois não refletia as conversas anteriores entre eles. A tensão entre a ATP e a PTPA continua a aumentar, com jogadores preocupados com possíveis represálias da ATP.
A disputa entre a ATP (Associação de Tenistas Profissionais) e a PTPA (Associação de Jogadores Profissionais de Tênis) se intensificou com as declarações do tenista Reilly Opelka. Ele afirmou que recebeu ameaças de um representante da ATP para retirar seu nome de um processo judicial, sob pena de perder sua pensão e arcar com custos judiciais elevados. A ATP, por sua vez, nega as alegações e classifica a situação como um boato.
Opelka revelou que foi abordado por um jogador não identificado em um vestiário durante o Miami Open, onde teve três conversas sobre o processo. Ele se recusa a divulgar o nome do atleta por medo de represálias. O membro do conselho da ATP, Luben Pampoulov, afirmou que as declarações de Opelka são falsas e que a entidade participou de uma audiência em Barcelona, onde o tenista deve depor.
A PTPA, cofundada por Novak Djokovic, entrou com um processo em 18 de março, e Pampoulov testemunhou que tentou convencer jogadores a assinarem uma declaração contra a ação. Apenas Ben Shelton, um dos jogadores abordados, confirmou a assinatura. Vasek Pospisil, outro membro da PTPA, afirmou que conversou com cerca de 150 jogadores que apoiam o litígio, embora tenha mencionado anteriormente um número maior.
Pospisil também comentou sobre a posição de Djokovic, que não assinou o processo e expressou discordância em relação a partes do litígio. O canadense ficou surpreso com a declaração do sérvio, que não refletia as conversas anteriores entre eles. A tensão entre as duas associações continua a crescer, com jogadores temendo represálias da ATP.
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