Eliakim Coulibaly fez história ao vencer o challenger de Abidjan, na Costa do Marfim, ao derrotar o tunisiano Aziz Dougaz em uma partida emocionante que terminou com os sets de 6/7 (3-7), 6/4 e 6/4, após 2h43 de jogo. Com essa vitória, Coulibaly se torna o primeiro campeão de challenger da Costa do Marfim e subirá do 324º para o 266º lugar no ranking da ATP. Durante o torneio, ele também venceu jogadores como o francês Florent Bax e o lituano Ricardas Berankis, que já estiveram entre os 50 melhores do mundo. Essa conquista acontece em um momento de crescimento do tênis na África, com a Costa do Marfim se tornando a 95ª nação a sediar competições do circuito challenger. O diretor do torneio, Arzel Mevellec, destacou o entusiasmo do público e mencionou planos para desenvolver mais torneios na região, buscando aumentar a popularidade do esporte no continente.
Eliakim Coulibaly fez história ao vencer o challenger de Abidjan, na Costa do Marfim, no último domingo. O marfinense derrotou o tunisiano Aziz Dougaz, cabeça de chave e 196º do mundo, em uma partida emocionante que terminou com os sets de 6/7 (3-7), 6/4 e 6/4 após 2h43 de jogo. Com essa vitória, Coulibaly se torna o primeiro campeão de challenger na história do tênis marfinense.
A conquista impulsionará Coulibaly no ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), onde ele subirá do 324º para o 266º lugar, uma marca significativa em sua carreira. Durante o torneio, ele também venceu adversários como o francês Florent Bax e o lituano Ricardas Berankis, ex-top 50.
Crescimento do Tênis na África
A vitória de Coulibaly ocorre em um contexto de expansão do tênis na África. A Costa do Marfim se tornou a 95ª nação a sediar competições do circuito challenger, com dois torneios realizados nas últimas semanas em Abidjan. O diretor do torneio, Arzel Mevellec, destacou o entusiasmo do público, comparando a atmosfera a um evento de futebol, dado que o tênis ainda não é amplamente popular no país.
Mevellec também mencionou planos para desenvolver um circuito de tênis na África, com a expectativa de realizar quatro a cinco semanas consecutivas de torneios na costa oeste do continente. Ele enfatizou a importância de incluir a África na economia do tênis, promovendo o crescimento do esporte na região.
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