Oscar Piastri, campeão da F2 em 2021, não conseguiu uma vaga na F1 em 2022, mas agora é um dos favoritos ao título após vencer o GP do Bahrein. Felipe Drugovich, campeão da F2 em 2022, também ficou sem espaço na F1 e atualmente é piloto reserva da Aston Martin. Recentemente, seu nome foi associado à nova equipe Cadillac, que começará a competir em 2026. Drugovich, que já compete pela marca em corridas de longa duração, está buscando uma chance na F1 e se destacou em treinos. Ele mencionou que há muita concorrência para as novas vagas, incluindo pilotos experientes e novatos. Drugovich também comentou sobre sua experiência e desempenho, afirmando que está preparado e que sua oportunidade na F1 pode chegar em breve. Ele pediu apoio dos torcedores brasileiros, ressaltando que está fazendo o melhor trabalho possível para garantir uma vaga no futuro.
Oscar Piastri, campeão da Fórmula 2 (F2) em 2021, finalmente conquistou seu espaço na Fórmula 1 (F1) após um ano de espera. O australiano venceu o Grande Prêmio do Bahrein e agora é considerado um dos favoritos ao título. A trajetória de Piastri serve de inspiração para Felipe Drugovich, campeão da F2 em 2022, que também não conseguiu uma vaga na F1.
Atualmente, Drugovich é piloto reserva da Aston Martin e está sendo cotado para uma vaga na nova equipe Cadillac, que fará sua estreia na F1 em 2026. O brasileiro, de 24 anos, destacou sua experiência e desempenho em treinos, buscando uma oportunidade na categoria. “Sim, estamos tendo conversas, mas é natural que muitos pilotos estejam conversando sobre isso”, afirmou Drugovich em entrevista no Bahrein.
A concorrência na equipe Cadillac é intensa, com nomes como Sergio Pérez e Valtteri Bottas sendo considerados. Drugovich também pode ter chances na Aston Martin, caso o atual piloto Fernando Alonso decida mudar de equipe em 2026. A situação de Lance Stroll, que tem o pai como acionista principal, também é incerta.
Drugovich esteve próximo de estrear na F1 em 2023, mas Stroll sofreu um acidente que o impediu de participar dos treinos de pré-temporada. O brasileiro lamentou a oportunidade perdida, mas não guarda arrependimentos sobre sua escolha de não se vincular a academias de pilotos. “Sou piloto reserva da Aston Martin, sem ter algum débito com a equipe”, disse.
O paranaense se sente preparado para a próxima temporada e acredita que sua experiência nos treinos o coloca em boa posição. “Toda vez que estou no carro, tenho o mesmo ritmo dos titulares”, afirmou. Drugovich pediu apoio da torcida brasileira, ressaltando a importância do público em sua jornada na F1.
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