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Stan Wawrinka revela paixão pelo tênis e fala sobre desafios na reta final da carreira

Aos 40 anos, Stan Wawrinka reafirma sua paixão pelo tênis e reflete sobre sua carreira, destacando a importância de Gael Monfils.

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Stan Wawrinka, ex-número 3 do mundo, atualmente na 158ª posição do ranking da ATP, continua jogando tênis aos 40 anos, apesar das dificuldades e lesões que enfrentou. Ele falou sobre sua paixão pelo esporte e como ainda deseja aproveitar as emoções que ele proporciona. Wawrinka elogiou seu compatriota Roger Federer e o francês Gael Monfils, destacando que, embora tenha conquistado Grand Slams, não se compara à carreira de Andy Murray, que tem mais títulos e foi número 1 do mundo. Ele reconhece que a idade traz limitações e que pode ser forçado a parar a qualquer momento, mas se esforça para continuar jogando e desfrutando do que ama.

Aix-en-Provence (França) – O tenista suíço Stan Wawrinka, ex-número 3 do mundo, continua sua trajetória no circuito aos 40 anos, ocupando atualmente a 158ª posição no ranking da ATP. Em entrevista ao Eurosport, ele expressou sua paixão pelo tênis e a vontade de seguir jogando, apesar das limitações impostas pela idade e lesões.

Wawrinka, que se tornou o terceiro profissional mais velho a vencer uma partida em nível Masters 1000, destacou que os resultados não são mais os mesmos de seu auge, mas a paixão pelo esporte permanece. “Ainda tenho essa paixão. Não são mais os mesmos resultados, mas a paixão segue viva”, afirmou. Ele também mencionou o desejo de aproveitar as emoções que o tênis proporciona.

Reflexões sobre a Carreira

O tenista comentou sobre os riscos da carreira, especialmente em relação a lesões, como as que afetaram seus compatriotas Roger Federer e Rafael Nadal. “Infelizmente, esse é o risco de um atleta. À medida que você envelhece, os sacrifícios que faz pelo corpo deixam marcas e lesões”, disse Wawrinka, que já enfrentou ferimentos graves.

Em relação a Federer, Wawrinka reconheceu a grandeza do compatriota e a influência que ele teve em sua carreira. “Tive a sorte de compartilhar muita coisa com Roger. Sempre tentei tirar o lado positivo dessa situação”, destacou. Apesar de ter o mesmo número de títulos de Grand Slam que o britânico Andy Murray, Wawrinka enfatizou que não há comparação entre suas carreiras.

Comparações e Rivalidades

Wawrinka, que conquistou três títulos de Grand Slam, ressaltou que a carreira de um atleta não deve ser medida apenas por títulos. “Ser um campeão não é apenas vencer um Grand Slam. Sua carreira é extraordinária e ainda inspira sonhos no circuito”, comentou sobre seu compatriota Gael Monfils, que também se mantém ativo no esporte.

Atualmente, Wawrinka disputa o challenger de Aix-en-Provence, onde jogará as semifinais neste sábado. Ele continua a buscar novas emoções e desafios, reafirmando seu amor pelo tênis e a determinação de encerrar sua carreira de forma positiva.

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