Kenya Gracie, presidente da Federação de Jiu-Jitsu do Rio de Janeiro, processou sua sobrinha Kyra Gracie por declarações feitas nas redes sociais. Kyra questionou a legalidade das eleições da Federação e acusou falta de transparência financeira, sugerindo que a entidade se tornou um negócio lucrativo. Kenya afirma que essas declarações são falsas e prejudiciais à sua honra, podendo ser consideradas calúnia e difamação. Ela pediu que Kyra explique suas afirmações em juízo em até 48 horas, sob pena de abrir um processo criminal.
Uma disputa judicial envolvendo membros da tradicional família Gracie, referência no jiu-jitsu brasileiro, foi instaurada. Kenya Gracie, atual presidente da Federação de Jiu-Jitsu do Estado do Rio de Janeiro, processou sua sobrinha, Kyra Gracie, por declarações feitas nas redes sociais.
Kyra questionou a legalidade do processo eleitoral da Federação e acusou a entidade de falta de transparência financeira, sugerindo que a organização se transformou em um “negócio” voltado ao lucro. Kenya alega que essas afirmações ofendem sua honra e podem configurar crimes de calúnia e difamação.
A defesa de Kenya Gracie argumenta que as declarações de Kyra são inverídicas e solicitou que a sobrinha apresente explicações formais em juízo no prazo de 48 horas. Caso contrário, Kenya poderá abrir uma queixa-crime contra Kyra. A situação evidencia a crescente tensão entre os membros da família, que já enfrentavam conflitos internos anteriormente.
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