Carlos Moyá, ex-número 1 do mundo, comentou sobre Carlos Alcaraz, jovem tenista espanhol, após o lançamento de um documentário sobre sua carreira. Moyá acredita que Alcaraz pode vencer Grand Slams em breve, mas acha difícil que ele se torne o maior tenista da história com sua filosofia de aproveitar a vida. Ele destacou que, para alcançar esse patamar, é necessário ter disciplina e trabalho duro, algo que os grandes jogadores como Federer, Nadal e Djokovic tiveram. Moyá sugere que, com o tempo e maturidade, Alcaraz pode mudar sua mentalidade. Ele também mencionou que Alcaraz é um dos favoritos para Roland Garros, junto com outros jogadores como Jannik Sinner e Novak Djokovic.
Carlos Moyá, ex-número 1 do mundo, comentou sobre as aspirações de Carlos Alcaraz em um documentário recente. Alcaraz, jovem tenista espanhol, expressou seu desejo de ser o melhor da história, enquanto busca equilibrar a carreira com a filosofia de aproveitar a vida. Moyá acredita que, a curto prazo, é viável que Alcaraz vença torneios de Grand Slam, dada sua habilidade.
Entretanto, Moyá considera difícil que essa abordagem leve Alcaraz a se tornar o maior tenista da história. Ele destacou que, para alcançar esse patamar, é necessário um nível de disciplina e comprometimento que, segundo ele, não se alinha com a filosofia de “desfrutar a vida” do jovem atleta. “Querer ser o melhor da história dessa maneira é muito complicado”, afirmou Moyá, ressaltando que os grandes tenistas, como Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic, não seguiram esse caminho.
Moyá também comentou sobre a maturidade de Alcaraz. Ele acredita que, com o tempo, o tenista pode mudar sua mentalidade e encarar a carreira de forma diferente. “Ele tem 21 anos e o direito de viver. O que está dizendo não está prejudicando ninguém”, disse Moyá, referindo-se à equipe de Alcaraz, que o orienta em sua trajetória.
Sobre o futuro, Moyá mencionou que, em cerca de dois anos, Alcaraz pode se cansar de sua atual filosofia. Ele também citou Alcaraz como um dos favoritos para vencer Roland Garros, junto com Jannik Sinner, Casper Ruud e Novak Djokovic. “Grandes nunca devem ser descartados”, concluiu Moyá, referindo-se à motivação do atleta após a aposentadoria de Nadal e Federer.
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