Waldemar Zumbano, conhecido como Neno, foi um importante boxeador e treinador brasileiro, tio de Éder Jofre, um dos maiores boxeadores do país. Neno faleceu em 2004, e agora sua vida e legado são explorados no livro “O príncipe do boxe”, escrito por Fábio Altman. O livro traz memórias sobre Neno e sua influência em Éder, além de reflexões sobre o boxe no Brasil. O autor se inspirou em uma visita a Éder, que estava com a saúde debilitada, e decidiu contar a história de Neno, que foi fundamental na carreira do sobrinho. O livro será lançado pela editora Seja Breve e o evento de lançamento ocorrerá no dia 13 de junho. Neno, que falava pouco, deixou um legado que mistura esporte e arte, e sua história é repleta de momentos significativos, como sua infância em Mococa e sua paixão pelo boxe. Ele também escreveu um livro chamado “O Boxe ao Alcance de Todos”, onde defende o boxe como um meio de desenvolvimento físico e mental. A relação entre Neno e Éder é marcada por ensinamentos e memórias, incluindo a habilidade de desenhar que ambos compartilhavam. Neno também teve uma vida política ativa e se destacou por sua integridade no esporte, recusando-se a participar de lutas manipuladas. A história de Neno e sua família é uma celebração do boxe e da luta por princípios, refletindo a cultura e os desafios do Brasil ao longo dos anos.
O livro “O príncipe do boxe”, escrito por Fábio Altman, foi lançado recentemente e explora a vida de Waldemar Zumbano, conhecido como Neno, um pugilista e treinador de boxe. Neno, tio de Éder Jofre, um dos maiores boxeadores brasileiros, faleceu em 2004. O lançamento do livro ocorrerá no dia 13 de junho, às 19h, na Casa do Povo, em São Paulo.
A obra traz memórias e reflexões sobre a influência de Neno na carreira de Éder Jofre, bicampeão mundial. Altman se inspirou em um encontro com Éder, que na época tinha 78 anos e saúde debilitada, para contar a história de seu avô materno. O autor destaca a importância de Neno na formação de Éder, revelando um lado pouco conhecido do boxe brasileiro.
O livro também menciona a relação de Neno com a arte, incluindo sua habilidade em desenho e escultura. Ele moldou um elefante de bronze aos 12 anos, que simboliza suas memórias de infância em Mococa. Neno era um homem de poucas palavras, mas suas mãos falavam por ele, refletindo sua vida como pugilista e artista.
Além de sua trajetória no boxe, Neno também se destacou como intelectual e artista. Ele escreveu o livro “O Boxe ao Alcance de Todos” em 1951, defendendo o boxe como um meio eficaz de exercício físico e mental. A obra de Altman promete resgatar a memória de um personagem fundamental na história do boxe no Brasil, mostrando como a arte e o esporte podem se entrelaçar.
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