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WTA garante proteção de ranking para tenistas em tratamento de fertilidade

WTA implementa nova regra que permite afastamento de até 10 semanas para procedimentos de fertilidade, garantindo suporte às jogadoras.

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A WTA anunciou uma nova regra que permite que tenistas se afastem por até 10 semanas para fazer procedimentos de fertilidade, como congelamento de óvulos. Essa mudança ajuda jogadoras a equilibrar a carreira com o planejamento familiar. Durante esse período, elas receberão um Ranking Especial de Entrada, que pode ser usado em até três torneios de níveis WTA 125, 250 e 500. O ranking será calculado com base na média das últimas 12 semanas antes da pausa. Essa iniciativa faz parte do Programa de Foco na Família da WTA, que já oferece licença-maternidade remunerada e proteção do ranking durante a gravidez. A CEO da WTA, Portia Archer, afirmou que a decisão foi baseada no feedback das jogadoras. A nova regra também responde a uma demanda crescente entre as atletas, como destacou Sloane Stephens, membro do conselho de jogadoras. Além disso, a WTA já implementou outras medidas, como licença-maternidade de até 12 meses e suporte financeiro para procedimentos de fertilidade, beneficiando até 50 atletas até agora.

A WTA (Associação de Tênis Feminino) anunciou, nesta quarta-feira, 11, uma nova regra que permite que tenistas se afastem por até 10 semanas para realizar procedimentos de fertilidade, como congelamento de óvulos ou embriões. Essa medida visa apoiar jogadoras que desejam equilibrar a carreira esportiva com o planejamento familiar.

As atletas que optarem por essa pausa receberão um Ranking Especial de Entrada (SER), que poderá ser utilizado em até três torneios de níveis WTA 125, 250 e 500. O cálculo desse ranking será baseado na média das últimas 12 semanas do ranking anterior ao afastamento, que começa a contar oito semanas antes da pausa.

Apoio às Jogadoras

A nova regra é parte do Programa de Foco na Família da WTA, que já inclui licença-maternidade remunerada e proteção do ranking durante a gravidez. A CEO da WTA, Portia Archer, destacou que a decisão foi tomada após ouvir as jogadoras sobre a importância de oferecer opções que permitam conciliar a carreira com a maternidade.

A ampliação do suporte à fertilidade é uma resposta a uma demanda crescente entre as atletas. Sloane Stephens, membro do conselho de jogadoras, expressou orgulho pela iniciativa, ressaltando a complexidade de equilibrar carreira e vida familiar.

Medidas Anteriores

Além da nova proteção de ranking, a WTA já implementou outras medidas significativas. Desde março, as jogadoras têm direito a licença-maternidade remunerada de até 12 meses e, desde 2019, a proteção do ranking durante a gravidez e o pós-parto. Essas iniciativas beneficiaram até 50 atletas até o momento.

O Fundo de Maternidade da WTA também oferece suporte financeiro para procedimentos de fertilidade, reforçando o compromisso da organização em apoiar suas jogadoras em suas decisões pessoais e profissionais. A nova regra representa um passo importante para garantir que as atletas possam tomar decisões sobre suas vidas sem comprometer suas carreiras no esporte.

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