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Gauff revela como lida com a pressão por vitórias no tênis profissional

Coco Gauff enfrenta Jasmine Paolini nas quartas de final do WTA 1000 de Cincinnati, buscando mais uma vitória sob pressão no torneio

Foto: Reprodução
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  • Coco Gauff avançou para as quartas de final do WTA 1000 de Cincinnati após vencer Lucia Bronzetti.
  • A tenista, que ocupa a segunda posição no ranking mundial, enfrentará a italiana Jasmine Paolini.
  • Gauff comentou sobre a pressão nas competições, afirmando que a expectativa de vencer um Grand Slam é alta.
  • Ela destacou a dificuldade de lidar com derrotas e a importância de valorizar pequenas vitórias.
  • Gauff se sente mais tranquila jogando contra cabeças de chave, pois acredita que a pressão é maior em jogos contra adversárias fora do ranking.

Cincinnati (EUA) – A tenista norte-americana Coco Gauff, de apenas 21 anos, avança com confiança nas quartas de final do WTA 1000 de Cincinnati, onde já conquistou o título em 2023. Após vencer Lucia Bronzetti, Gauff se prepara para enfrentar a italiana Jasmine Paolini.

A jogadora, atualmente na segunda posição do ranking mundial, compartilhou suas reflexões sobre a pressão que acompanha as grandes competições. “Sinto como se estivesse sob um microscópio durante toda a minha carreira”, afirmou Gauff, ressaltando que a expectativa de vencer um Grand Slam muitas vezes define o sucesso de uma temporada. Ela reconhece que, apesar das vitórias, a derrota faz parte do jogo.

Gauff também comentou sobre a dificuldade de lidar com a pressão de ser uma jogadora de destaque. “É difícil vencer toda semana. Para mim, é tentar esquecer as derrotas, mas lembrar como perdi,” disse. A tenista enfatizou a importância de valorizar as pequenas vitórias ao longo do caminho, mesmo sendo perfeccionista.

Enfrentando a Pressão

Ao se preparar para o confronto com Paolini, Gauff expressou que se sente mais tranquila jogando contra cabeças de chave. “Se você perder, é porque o adversário está jogando um ótimo tênis,” explicou. Ela destacou que, muitas vezes, enfrentar jogadoras fora do ranking pode ser mais desafiador, pois elas entram em quadra sem pressão, o que pode resultar em surpresas.

Gauff concluiu que, independentemente do ranking, todos os jogadores têm potencial para vencer. “Estou sempre em guarda e pronta,” afirmou, demonstrando sua determinação e foco para seguir em frente no torneio.

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