- Taylor Fritz, número 4 do mundo, venceu Lloyd Harris na segunda rodada do US Open por 4/6, 7/6 (7-3), 6/2 e 6/4.
- A partida foi realizada em Nova York e enfrentou dificuldades devido ao vento e a uma lesão do adversário.
- Fritz destacou a necessidade de paciência e controle emocional durante o jogo.
- O tenista expressou insatisfação com a programação do torneio, mencionando a concorrência por horários com outros grandes nomes.
- Ele ressaltou a importância de saber os horários dos jogos com antecedência para organizar seus treinos.
Nova York (EUA) – Taylor Fritz, atual número 4 do mundo e finalista do US Open no ano passado, avançou para a terceira rodada do torneio após vencer o sul-africano Lloyd Harris por 4/6, 7/6 (7-3), 6/2 e 6/4. A partida, realizada nesta quarta-feira, foi marcada por dificuldades devido ao vento e à lesão do adversário, que pediu atendimento médico durante o jogo.
Fritz reconheceu a complexidade do confronto, destacando a necessidade de paciência e controle emocional. “Foi uma partida dura. Tinha bastante vento e muitos golpes não estavam funcionando para mim. Tive que me adaptar e trabalhar com o que eu tinha”, afirmou. O tenista também elogiou a performance de Harris, que se mostrou sólido e perigoso, especialmente em momentos críticos.
Desafios da Programação
Além das dificuldades em quadra, Fritz expressou insatisfação com a programação do torneio. Ele mencionou que a concorrência por horários é intensa, especialmente por estar na mesma chave que grandes nomes como Novak Djokovic e Carlos Alcaraz. “Está mais difícil, com menos horários disponíveis. Mesmo sendo o número 1 dos EUA, não é fácil conseguir o horário que eu gostaria”, lamentou.
O norte-americano também comentou sobre a importância de saber com antecedência os horários dos jogos para programar seus treinos. “Meu maior ponto é só saber com antecedência, para poder programar o treino”, disse. Essa falta de previsibilidade tem sido um desafio constante para ele durante o torneio.
Golpes Memoráveis
Em uma reflexão sobre sua carreira, Fritz mencionou alguns dos golpes mais impressionantes que já enfrentou, todos de jogadores aposentados. Ele destacou o forehand de Juan Martín Del Potro, o slice de Roger Federer e o saque de John Isner como experiências marcantes em sua trajetória no circuito.
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