- O Brasil voltou ao calendário da Associação de Tênis Feminino (WTA) com o SP Open, após nove anos de ausência.
- O torneio ocorreu no Parque Villa Lobos, permitindo que sete tenistas nacionais competissem em casa.
- Bia Haddad Maia venceu a italiana Miriana Tona e dedicou a vitória aos avós, destacando a energia dos torcedores brasileiros.
- A jovem tenista, que estreou no torneio, relembrou momentos de sua infância no parque, onde sempre treinou.
- Laura Pigossi e Ana Candiotto também participaram, com Pigossi expressando emoção ao reencontrar conhecidos nas arquibancadas.
O Brasil voltou ao calendário da WTA com o SP Open, após nove anos de ausência, oferecendo uma oportunidade única para sete tenistas nacionais competirem em casa. O torneio, realizado no Parque Villa Lobos, trouxe à tona emoções e memórias de infância para as jogadoras.
Bia Haddad Maia, uma das principais representantes do país, expressou sua alegria ao jogar em casa. Após vencer a italiana Miriana Tona, ela dedicou a vitória aos avós, escrevendo “Para os vovôs” na lente da câmera. “Jogar pela primeira vez um WTA em casa é muito especial. A energia dos brasileiros é incrível”, afirmou Bia.
A jovem Nauhany Silva, de apenas 15 anos, também celebrou sua vitória no mesmo parque onde treinou na infância. Com o pai sempre ao seu lado, ela relembrou os momentos passados no Parque Villa Lobos. “Aqui sempre tem boas memórias. Jogar o primeiro WTA é muito especial”, disse Nauhany.
Emoções e Recordações
Laura Pigossi, medalhista olímpica, compartilhou sua emoção ao reencontrar rostos conhecidos nas arquibancadas. “Jogar em casa é sempre uma emoção muito grande”, comentou. Ela se prepara para um duelo contra Bia nas oitavas de final, refletindo sobre suas experiências no Villa Lobos.
A tenista Ana Candiotto também teve sua estreia na WTA, vencendo a ucraniana Valeriya Strakhova. Com a presença da mãe e amigos, ela descreveu a atmosfera como especial: “Foi um dos melhores momentos que já vivi em quadra”.
Luísa Stefani, especialista em duplas e medalhista olímpica, destacou a importância do torneio para as novas gerações. “É uma oportunidade para todas nós aproveitarmos a chance de jogar em casa”, afirmou. A presença de crianças nas arquibancadas foi um sinal positivo para o futuro do tênis feminino no Brasil, segundo Laura Pigossi, que notou um aumento significativo de jovens torcendo pelo esporte.
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