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Asencio e ex-jogadores do Real Madrid são processados por vídeos sexuais não autorizados

Tribunal determina fianças de 15 mil euros e 20 mil euros para os réus; Asencio pode pegar dois anos e meio de prisão.

Raul Asencio em ação durante partida contra o Olympique de Marsella (Foto: Reprodução)
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  • O tribunal reabriu o processo contra Raúl Asencio e outros ex-jogadores do Real Madrid, acusados de gravar e compartilhar vídeos sexuais sem consentimento.
  • As fianças foram fixadas em 15 mil euros para Asencio e 20 mil euros para os outros réus: Juan Rodríguez, Ferrán Ruiz e Andrés García.
  • Asencio pode enfrentar pena de dois anos e meio de prisão, enquanto os demais réus podem ter penas mais severas, com o Ministério Público pedindo quatro anos e sete meses para eles.
  • O caso envolve uma menor de idade, e a denúncia foi feita pela mãe de uma das jovens, que alegou relações sexuais com um dos jogadores.
  • As gravações foram feitas em junho de 2023, em um clube em Gran Canaria, e compartilhadas em grupos de WhatsApp, causando estresse pós-traumático nas vítimas.

O caso envolvendo o zagueiro Raúl Asencio, do Real Madrid, e outros ex-jogadores do clube, ganhou novos desdobramentos. O Tribunal de Instrução número três de San Bartolomé de Tirajana reabriu o processo, exigindo fianças de 15 mil euros para Asencio e 20 mil euros para os outros réus: Juan Rodríguez, Ferrán Ruiz e Andrés García. As acusações incluem a gravação e distribuição de vídeos sexuais sem consentimento, envolvendo uma menor de idade.

Asencio enfrenta uma pena de dois anos e meio de prisão, enquanto os outros réus podem ter penas ainda mais severas. O Ministério Público solicitou quatro anos e sete meses de prisão para os demais envolvidos, além de uma indenização de 25 mil euros a cada uma das vítimas. A denúncia inicial foi feita pela mãe de uma das jovens, que alegou que um dos jogadores teve relações sexuais com a menor, que na época tinha apenas 16 anos.

Detalhes do Caso

Os eventos ocorreram em junho de 2023, em um clube no sul de Gran Canaria. Durante uma relação sexual, Ferrán Ruiz gravou o ato sem o consentimento das envolvidas, passando o dispositivo a Juan Rodríguez, que continuou a filmar. As gravações foram posteriormente compartilhadas em grupos de WhatsApp, aumentando a gravidade das acusações.

O tribunal determinou que Asencio, que apenas compartilhou os vídeos, não pode ser considerado inocente, mesmo após uma primeira análise que não encontrou evidências suficientes. A reabertura do caso permite que o Ministério Público apresente as acusações formais e avance com o julgamento. As vítimas relatam ter enfrentado estresse pós-traumático devido ao ocorrido, refletindo a seriedade da situação.

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