- Em 2025, as comissões de esporte da Câmara e do Senado, lideradas por Laura Carneiro e Leila Barros, respectivamente, destacam-se como espaços cruciais para o desenvolvimento esportivo no Brasil.
- A criação das comissões ocorreu em 2014, durante a Copa do Mundo, e em 2023, no Senado, evidenciando a crescente importância do esporte no país.
- O orçamento para o esporte aumentou para R$ 2,8 bilhões, refletindo a dependência crescente dos recursos parlamentares.
- A maior parte dos investimentos provém de municípios e estados, enquanto a União investe pouco. Um estudo revela que, de 2013 a 2022, apenas 7,3% do orçamento total para o esporte veio da União.
- O Brasil precisa decidir se quer deixar o esporte no banco de reservas ou consolidá-lo como vetor de desenvolvimento. Investimentos contínuos, políticas orçamentárias previsíveis e um compromisso duradouro das autoridades são essenciais para um futuro esportivo inclusivo e sustentável.
Em 2025, as comissões de esporte da Câmara e do Senado, lideradas por Laura Carneiro e Leila Barros, respectivamente, destacam-se como espaços cruciais para o desenvolvimento esportivo no Brasil. A criação das comissões ocorreu em 2014, durante a Copa do Mundo, e em 2023, no Senado, evidenciando a crescente importância do esporte no país.
O orçamento para o esporte aumentou para R$ 2,8 bilhões, refletindo a dependência crescente dos recursos parlamentares. A maior parte dos investimentos provém de municípios e estados, enquanto a União investe pouco. Um estudo revela que, de 2013 a 2022, apenas 7,3% do orçamento total para o esporte veio da União.
Desafios e Oportunidades
A politização do setor e a falta de uma estratégia nacional são desafios. A substituição da técnica Ana Moser por um político em 2023 exemplifica essa tendência. As comissões de esporte têm o papel de articular entre sociedade civil, poder público e iniciativa privada, buscando fortalecer o esporte como política de Estado.
Comparação Internacional
O Reino Unido investe cerca de 0,3% do seu orçamento total em esporte, um valor mais que o dobro da média brasileira. O modelo britânico inclui financiamento contínuo via loterias e uma agência autônoma para distribuição técnica dos recursos.
Conclusões
O Brasil precisa decidir se quer deixar o esporte no banco de reservas ou consolidá-lo como vetor de desenvolvimento. Investimentos contínuos, políticas orçamentárias previsíveis e um compromisso duradouro das autoridades são essenciais para um futuro esportivo inclusivo e sustentável.
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