- Stan Wawrinka, ex-número três do mundo e tricampeão de Grand Slams, aos 40 anos segue disputando tênis e ocupa a posição 158 no ranking; no torneio de Basileia foi eliminado na segunda rodada após vencer Miomir Kecmanovic.
- Em suas redes, ele disse competir por amor ao tênis e para superar seus próprios limites, reconhecendo que pode não voltar ao top dez nem vencer Grand Slams, mas valorizando o processo.
- É o segundo jogador mais velho em atividade com pontos na Associação de Tenistas Profissionais (ATP), atrás do norte-americano Ryan Haviland, de 44 anos.
- Nesta temporada, soma três vitórias em nível ATP e dezenove no circuito Challenger, onde chegou a duas finais.
- Wawrinka destaca que a percepção externa sobre o envelhecimento é negativa, mas a motivação está em superar limites; soma 16 títulos de nível ATP e 581 vitórias na elite, agradecendo aos fãs, especialmente os de Basileia.
Stan Wawrinka, ex-número 3 do mundo e tricampeão de Grand Slam, continua sua trajetória no tênis aos 40 anos. Recentemente, o suíço participou do torneio em Basileia, onde foi eliminado na segunda rodada após vencer o sérvio Miomir Kecmanovic. Atualmente, ocupa a 158ª posição no ranking da ATP.
Em suas redes sociais, Wawrinka compartilhou reflexões sobre sua carreira, enfatizando que compete por amor ao tênis e para superar seus próprios limites. Ele reconhece que, com a idade, é improvável que retorne ao top 10 ou conquiste novos Grand Slams, mas valoriza o processo de competição. “Estou em paz com o fato de talvez nunca mais vencer um Grand Slam”, afirmou.
Wawrinka é o segundo jogador mais velho em atividade com pontos na ATP, atrás do norte-americano Ryan Haviland, de 44 anos. Nesta temporada, o suíço conquistou três vitórias em nível ATP e 19 no circuito Challenger, onde também chegou a duas finais.
Reflexões sobre a carreira
O tenista destacou que a percepção externa sobre o envelhecimento no esporte tende a ser negativa. “As pessoas acreditam que, quando você envelhece, não joga no mesmo nível e deveria desistir”, disse. Contudo, ele acredita que a verdadeira motivação vai além de resultados. “A paixão nem sempre está nos resultados. Está em superar seus próprios limites”, completou.
Com 16 títulos de nível ATP e 581 vitórias na elite do circuito, Wawrinka continua a desfrutar de sua trajetória. “Sei que o fim da minha carreira chegará um dia, mas até lá, sempre darei o meu melhor em cada partida”, concluiu, agradecendo aos fãs pelo apoio, especialmente aos da Basileia.
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