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Mahut se despede do tênis aos 43 anos em dupla com Dimitrov

Paris – O Masters 1000 de Paris marcou a despedida de Nicolas Mahut das quadras aos 43 anos, na dupla ao lado de Grigor Dimitrov, derrotados por seis a quatro, cinco a sete e dez a quatro

Nicolas Mahut (Foto: Corinne Dubreuil/ATP Tour)
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  • Em 28 de outubro, Nicolas Mahut se despediu do tênis profissional aos 43 anos, no Masters 1000 de Paris, ao perder a última partida de duplas ao lado de Grigor Dimitrov contra Hugo Nys e Edouard Roger-Vasselin, por 6/4, 5/7 e 10-4.
  • O veterano soma 37 títulos de duplas, incluindo cinco Grand Slams ao lado de Pierre-Hugues Herbert; tem quatro títulos em simples na grama, com destaques em ’s-Hertogenbosch e Newport.
  • Depois do jogo, Dimitrov homenageou Mahut, dizendo que era o momento certo e que fazia sentido encerrar a carreira ali.
  • Mahut é lembrado pela longevidade e pelo espírito esportivo, com as vitórias de Grand Slam marcando a memória, mas as experiências ao longo do caminho sendo o mais importante.
  • Uma das memórias mais marcantes é o duelo de Wimbledon de 2010 contra John Isner, que durou 11 horas e 5 minutos, o jogo mais longo da história; Mahut escreveu um livro sobre o tema.

A terça-feira, 28 de outubro, marcou a despedida de Nicolas Mahut do tênis profissional, aos 43 anos, durante o Masters 1000 de Paris. O veterano francês jogou sua última partida em duplas ao lado do búlgaro Grigor Dimitrov, enfrentando a dupla composta por Hugo Nys e Edouard Roger-Vasselin, em um jogo que terminou com o placar de 6/4, 5/7 e 10-4.

Mahut, que acumula 37 títulos de duplas, incluindo cinco Grand Slams ao lado de Pierre-Hugues Herbert, se destacou por sua longevidade no circuito. Além disso, possui quatro títulos em simples na grama, com destaque para suas conquistas em ’s-Hertogenbosch e Newport. Após o jogo, ele refletiu sobre sua carreira, afirmando que as vitórias em Grand Slam foram memórias marcantes, mas que o mais importante foram as experiências vividas ao longo do caminho.

Homenagens e Reflexões

Dimitrov, seu parceiro na última partida, prestou homenagem ao amigo, ressaltando que sempre desejou jogar com Mahut. “Este foi o momento certo. Era o último torneio dele e fazia sentido”, destacou. A relação entre os dois, construída ao longo dos anos, tornou a despedida ainda mais significativa.

Uma das memórias mais icônicas da carreira de Mahut é a partida que disputou contra John Isner em Wimbledon 2010, que durou 11 horas e 5 minutos, tornando-se o jogo mais longo da história do tênis. Embora a derrota tenha sido dolorosa, Mahut transformou essa experiência em aprendizado, escrevendo um livro sobre o tema. “Hoje eu gosto de falar sobre aquele jogo, porque foi uma experiência maluca”, afirmou.

Mahut se despede como um dos jogadores mais respeitados do circuito, sendo reconhecido não apenas por suas conquistas, mas também por seu espírito esportivo e resiliência ao longo de sua trajetória.

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