- Miguel Oliveira, piloto da Yamaha, compete no Grande Prêmio de Portugal de MotoGP, em Portimão, no Autódromo Internacional do Algarve, nesta semana.
- Na sprint, terminou em 16.º e perdeu posição na última volta para Morbidelli, abrindo 15,289 segundos do vencedor Alex Márquez.
- A aderência traseira continua sendo o principal problema da moto, o que impactou o desempenho na sessão.
- A corrida principal ocorre neste domingo, às 13h, com Oliveira mantendo a expectativa de melhorar o resultado e ficar entre os nove primeiros.
- O piloto afirmou que, embora a sprint tenha sido ligeiramente melhor que a qualificação, o foco é manter uma perspectiva positiva e ajustar a afinação para a prova.
Miguel Oliveira, piloto da Yamaha, compete no Grande Prêmio de Portugal de MotoGP, realizado no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. Após uma corrida sprint desafiadora, onde terminou em 16.º lugar, Oliveira se prepara para a corrida principal, marcada para este domingo, às 13h. O piloto reconhece que a aderência traseira da moto continua a ser um problema.
A expectativa para a corrida principal é de melhoria, mesmo com as dificuldades persistentes. Oliveira destacou que, embora a sprint tenha sido “um pouco melhor” que a qualificação, a falta de aderência ainda é um desafio. “Agora temos de continuar com uma perspetiva positiva para domingo”, afirmou o piloto, que acredita que terminar entre os nove primeiros seria um bom resultado.
Desempenho e Expectativas
Na corrida sprint, Oliveira perdeu a posição na última volta para Franco Morbidelli, terminando a 15,289 segundos do vencedor, Alex Márquez. Apesar desse revés, o piloto português considera que a classificação na sprint abre boas perspectivas para a corrida principal. Ele enfatizou que terminar dentro dos pontos é o objetivo.
Oliveira também mencionou que a afinação da moto para a corrida não é uma “ciência exata”, mas que ajustes podem ser feitos. O foco agora está em maximizar o desempenho da moto e buscar um resultado positivo na corrida de domingo.
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