- Brasil teve a melhor campanha da sua história no Mundial de Taekwondo em Wuxi, em 2025, com quatro medalhas (duas de ouro e duas de prata) e ficou em terceiro no quadro geral, atrás de Turquia e Coreia do Sul.
- Maria Clara Pacheco e Henrique Marques venceram ouro; Milena Titoneli e Netinho securing prata.
- O desempenho teve como base mudanças após o ciclo olímpico: Maria Clara trocou de treinador e passou a usar estrutura multidisciplinar, com foco em tática e leitura de luta, chegando a competir em cinquenta e sete quilos.
- O preparo físico foi reorganizado pelo técnico Ariel, com planejamento individualizado para cada atleta, monitoramento de cargas e ajuste de peso para chegar pronto ao Mundial.
- Além das medalhas, outros brasileiros chegaram às quartas de final: Matheus Gilliard (54 kg masculino), Ícaro Miguel (87 kg) e Paulo Ricardo Melo (58 kg); Nivea Barros disputou a categoria 53 kg.
O Brasil teve sua melhor campanha histórica no Mundial de Taekwondo, em Wuxi (2025). Ao todo foram quatro pódios: duas medalhas de ouro, duas de prata. Maria Clara Pacheco e Henrique Marques subiram ao topo, enquanto Milena Titoneli e Netinho chegaram às pratas.
A equipe avançou de forma contundente após o ciclo olímpico, com foco em tática e leitura de luta. O grupo também mostrou evolução após os Jogos de Paris, consolidando o Taekwondo brasileiro como forte na modalidade.
Mudanças no treinamento
Maria Clara Pacheco passou por mudanças significativas: trocou de treinador, adotou estrutura multidisciplinar e passou a ter planejamento individualizado. Houve ajuste de peso, com passagem para 57 kg, para atender ao novo eixo de preparação.
O preparo físico ficou sob a responsabilidade de Ariel, que coordena a equipe de Henrique, Netinho e Milena. O ciclo priorizou o equilíbrio entre intensidade e recuperação, com monitoramento rigoroso de cargas físicas e técnicas. Em consequência, os atletas chegaram ao Mundial em condições ideais.
Ações de alto rendimento incluíram leitura de luta ampliada e foco tático. A estratégia de carga variada permitiu acumular mais lutas sem sobrecarregar, o que contribuiu para a obtenção das medalhas. O desempenho reforça a posição do Brasil como potência emergente no Taekwondo.
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