- Em 2025, o judô brasileiro somou 192 medalhas nas categorias Cadete e Júnior, incluindo 11 em Campeonatos Mundiais, além de mais de 120 pódios na temporada e 41 medalhas no Circuito Mundial. No Mundial, Daniel Cargnin conquistou prata (-73 kg) e Shirlen Nascimento ficou com bronze (-57 kg). O Brasil ainda teve três quintos lugares e duas sétimas posições.
- Nos Jogos Pan-Americanos Júnior em Assunção, o Brasil subiu ao pódio em 11 das 14 oportunidades de ouro, com ouro por equipes mistas, prata e bronzes.
- No taekwondo, Henrique Rodrigues Fernandes tornou-se campeão mundial até 80 kg; Maria Clara Pacheco chegou à final até 57 kg; Milena Titoneli e Edival Pontes (Netinho) ganharam prata até 67 kg e 74 kg, respectivamente; a equipe ainda venceu pela terceira vez a Copa do Mundo por Equipes.
- No boxe, o Brasil conquistou ouro com Rebeca Lima no Mundial, além de prata para Yuri Falcão, Luiz Oliveira e Isaias Ribeiro, marcando recuperação após desempenho irregular nos Jogos Olímpicos de Paris.
- No conjunto das lutas, 2025 mostrou evolução e reconfirmação do Brasil como força emergente, com resultados relevantes em judô, taekwondo e boxe no cenário internacional.
O Brasil encerrou 2025 comemorando retorno ao pódio internacional nas lutas, com destaque para judô, taekwondo e boxe. A temporada evidenciou reversões de desempenho e avanços que marcaram a presença brasileira em mundiais e circuitos.
No judô, a safra de jovens atletas abriu caminho para a temporada de alto nível. Entre Cadete e Júnior, o país somou 192 medalhas, incluindo 11 em Mundiais. No Pan-Americano Júnior, Assunção rendeu 11 ouros em 14 finais possíveis, além de prata, bronze e ouro por equipes mistas.
A principal equipe adulta do judô manteve o ritmo, com mais de 120 pódios na temporada. No Circuito Mundial, foram 41 medalhas. No Campeonato Mundial, Daniel Cargnin conquistou prata no -73 kg, encerrando um jejum de finalistas brasileiros. Shirlen Nascimento ficou com bronze no até 57 kg.
Taekwondo
O taekwondo brasileiro encerrou 2025 com evolução comprovada em torneios de alto nível. Resultados em Grand Prix e campeonatos continentais consolidaram o país entre as forças emergentes da modalidade, com presença constante no pódio.
No Mundial de Wuxi, Henrique Rodrigues Fernandes sagrou-se campeão até 80 kg, marcando a estreia de destaque de um brasileiro na categoria. Maria Clara Pacheco chegou à final até 57 kg, disputando ouro com a sul-coreana Yu-jin Kim. Milena Titoneli e Edival Pontes também subiram ao pódio com prata.
A equipe brasileira ainda levou o título da Copa do Mundo por Equipes de Taekwondo, em novembro, repetindo o feito de três semanas anteriores. O quartetos Maria Clara, Henrique, Edival e Milena, além de Paulo Ricardo Melo e Allif Barreto, compuseram o time campeão.
Boxe
O boxe brasileiro mostrou recuperação após 2024 irregular. Ao longo da temporada, a seleção consolidou evolução e voltou a figurar entre as equipes medalhistas em competições internacionais. O principal reflexo veio no Mundial, com quatro medalhas.
Rebeca Lima conquistou o ouro, tornando-se campeã mundial em sua categoria. Yuri Falcão, Luiz Oliveira e Isaías Ribeiro asseguraram medalhas de prata, ampliando o conjunto de atletas que contribuíram para o desempenho global da equipe.
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