- Em junho, Ana Sátila teve crise de pedras na vesícula e ficou cinco dias internada na Espanha, o que a tirou das três primeiras etapas da Copa do Mundo de canoagem slalom.
- Depois, optou pela cirurgia de retirada da vesícula após o Mundial, disputou a Copa do Mundo da Alemanha em setembro e ficou com a prata; no Mundial, conquistou duas medalhas de bronze.
- Ainda durante a recuperação, anunciou a saída do Botafogo, criticando o descaso com as modalidades olímpicas e cobrando tratamento igualitário aos atletas.
- O ano de 2025 terminou positivo: atingiu os objetivos do ciclo olímpico e foi eleita a melhor atleta de canoagem no Prêmio Brasil Olímpico.
- Com foco em Los Angeles, prepara-se para a quinta participação olímpica, chegando mais madura para a temporada.
Ana Sátila viveu um 2025 de altos e baixos após a Olimpíada. A temporada começou com pausa por pedras na vesícula, o que a levou a ficar cinco dias internada na Espanha e a perder as três primeiras etapas da Copa do Mundo de canoagem slalom.
A cirurgia de retirada da vesícula foi definida entre a equipe médica da CBCa e o COB, após o Mundial de slalom no início de outubro. Ela disputou a Copa do Mundo da Alemanha em setembro, conquistando prata, e voltou ao Mundial com duas medalhas de bronze.
Saída do Botafogo
Durante a recuperação, Ana anunciou o término do vínculo com o Botafogo, clube que representou por dois anos. A atleta criticou o tratamento a modalidades olímpicas após mudança na presidência, destacando que o atleta não pode ser tratado como objeto.
Mesmo com os reveses, o ano terminou positivamente para a canoísta. Os resultados na temporada internacional atingiram as metas do primeiro ano do ciclo olímpico, e ela encerrou o ano como a melhor atleta de canoagem no Prêmio Brasil Olímpico.
Ao mirar LA 2028, Ana Sátila chega mais madura para retomar a rotina de treinos e manter a trajetória de destaque, reconhecida pelos torcedores.
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