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F1 pré-temporada aponta 4 equipes em ascensão e regras podem causar caos na Austrália

Quatro grandes da F1 aceleram adaptação a novo regulamento de dois mil e vinte e seis; pilotos alertam que ajustes incompletos podem gerar confusão no GP da Austrália

Mercedes se destaca na pré-temporada da Fórmula 1 — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images
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  • A semana de testes de F1 no Bahrein terminou com a Mercedes dominando pela manhã, com George Russell, e à tarde, com Kimi Antonelli, sinalizando favoritismo no novo regulamento de 2026.
  • Além da Mercedes, Red Bull, Ferrari e McLaren chegaram perto, demonstrando boa gestão de energia e adaptação ao carro radical com novo chassi e potência, parte elétrica.
  • A Aston Martin era esperada como surpresa, com Adrian Newey no comando e promessas de carro revolucionário; Alonso afirmou que as quatro grandes devem sair na frente, enquanto Haas mostrou consistência no dia.
  • Haas se destacou pela confiabilidade e cumprimento do cronograma, mas Esteban Ocon disse que as grandes devem continuar à frente do pelotão intermediário, com Williams e Alpine podendo disputar essa posição conforme evoluções.
  • Entre as novatas, a Audi mostrou maior evolução, com upgrades na entrada de ar, na asa traseira e no motor, aumentando a quilometragem de Nico Hulkenberg e Gabriel Bortoleto; três dias de pré-temporada restam antes do GP da Austrália.

A primeira semana de pré-temporada da Fórmula 1 no Bahrein chegou ao fim nesta sexta-feira com a Mercedes em destaque. Em fases distintas do dia, George Russell pela manhã e Kimi Antonelli à tarde lideraram os melhores tempos, mas sem referência definitiva. O desempenho aponta o favoritismo da Mercedes sob o novo regulamento de 2026.

Além disso, Red Bull, Ferrari e McLaren aproximaram-se dos alemães, destacando-se pela eficiência de gerenciamento de energia em simulações de corrida. Mesmo com o novo conceito, as quatro grandes mantêm vantagem no início do ciclo de mudanças.

O carro de 2026 é radical, com chassi renovado e unidade de potência parcialmente elétrica. O que era esperado desde o anúncio dos regulamentos já fica claro para os pilotos: o conjunto exige adaptação e traz chances distintas de evolução entre as equipes.

A Aston Martin chamou a atenção após as chegadas de Adrian Newey à equipe e a promessa de um projeto revolucionário. Em entrevistas, pilotos ressaltaram que a velocidade de adaptação das grandes equipes é maior, mas o meio do pelotão pode variar na segunda metade do ano.

Entre os times intermediários, a Haas foi destacada pela consistência em tempos de volta e pela confiabilidade do carro, mantendo o cronograma proposto. Mesmo assim, análises indicam que as quatro grandes seguem um passo à frente no fechamento da pré-temporada.

A Williams enfrentou dificuldades ao não participar dos testes de shakedown, o que prejudica a avaliação inicial. A equipe vê a curva de desenvolvimento acelerar na próxima semana, com foco em recuperar terreno no Bahrein.

Entre as novatas, a Audi registrou a maior evolução, com upgrades visíveis na aerodinâmica e no motor, ampliando a quilometragem de teste de Hulkenberg e Bortoleto. O brasileiro destacou a necessidade de paciência, enquanto rivais comentam avanços contínuos.

O cenário para o GP da Austrália, daqui a menos de um mês, permanece aberto. Mudanças no carro ainda são possíveis, especialmente diante do descontentamento de pilotos como Verstappen e Hamilton, que sinalizam ajustes potenciais para o início da temporada.

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